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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Retiro para Senhoras e Moças e Devoção das 40 horas para Homens.

                      

                       





Retiro para senhoras e moças
Tema: “A mãe e a esposa no lar católico”
De 25 à 28 de Fevereiro de 2017, no Colégio São Bento e Santa Escolástica

Programação
SÁBADO (25)
16:00h – Abertura: 1ªConf.: Do papel de mãe de família na restauração
do reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo - Dom André

DOMINGO (26)
08:00h – 2ª Conf.: Da vida familiar e do espírito de oração e
sacrifício - Dom André
14:00h – 3ª Conf.: Do que é o feminismo - Pe. Joaquim
16:00h – Santa Missa (na Capela São Miguel, abertura das Quarenta
Horas) com procissão e bênção do Ssmo. Sacramento. - Dom Tomás
19h:30 – 4ª Conf.: Da modéstia católica feminina no vestir e no agir - Dom André

SEGUNDA-FEIRA (27)
08:00h – 5ª Conf.: Do primeiro bem do matrimônio, que é a prole (Casti
Connubii, Pio XII) - Pe. Joaquim
11:00h – Santa Missa (no Mosteiro)
14:00h – 6ª Conf.: Da fidelidade no Matrimônio, e de suas renúncias - Dom André
19:00h – 7ª Conf.: Dos males da maneira moderna de educar os filhos -
Pe. Joaquim

TERÇA-FEIRA (28)
08:00h – 8ª Conf.: Maria: mãe, esposa e dona de casa: modelo de todas
as virtudes. - Pe. Joaquim
10:00h – Missa de encerramento do Retiro e das Quarenta Horas. - Dom Tomás

U.I.O.G.D.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Ordenação Sacerdotal - Rev Fr. John Marie-Therese of the Holy Eucharist, C.D


Ordenação Sacerdotal do Rev. Pe. John Maria Teresa da Santa Eucaristia, C.D.

Realizada por sua Excelência Bispo Tomás de Aquino, O.S.B.
no Mosteiro da Santa Cruz em Nova Friburgo em 17 de Dezembro de 2016.


Vídeo:





Fotos:











segunda-feira, 14 de novembro de 2016

62 Razões para não assistir a missa Nova







Missa Tradicional

A Missa Nova
2.000 anos de uso venerável – provada e verdadeira
“Fabricada” em 1969; - experimental
Claramente um sacrifício – um altar, um sacerdote
Claramente uma refeição – uma mesa
Centrada em Deus – estruturada para a reverência
Centrada no homem – Estrutura vaga, um convite ao abuso
Inteiramente Católica – Una, Santa, Católica, Apostólica
Meio Protestante – Carece de todas as 4 marcas
Codificada no Concílio de Trento – por um Papa Santo (Papa São Pio V)
Artificialmente arranjada – com a aprovação de seis ministros protestantes
Fecunda! – multidões de santos, mártires, vocações religiosas
Infecunda! – seminários vazios, declínio na assistência à Missa, deserções em massa
“… Com este nosso decreto, a valer NA PERPETUIDADE, determinamos e ordenamos que NUNCA será nada acrescentado, omitido ou alterado neste Missal…” – Papa São Pio V, QUO PRIMUM – 19 de Julho de 1570
-” Com a Nova Liturgia, as comunidades não católicas poderão celebrar a Ceia do Senhor com as mesmas preces da Igreja Católica”. – Max Thurian, Ministro protestante de Taizé
- “… Na Missa renovada não há nada que possa transtornar o Protestante Evangélico”. – M. G. Siegvalt, Professor protestante de Teologia Dogmática, Estrasburgo
A MISSA TRADICIONAL: Nunca revogada pela Santa Madre Igreja!
A MISSA NOVA: Uma experiência que falhou.


Sessenta e duas razões porque, em consciência, não podemos assistir à Nova Missa (também conhecida por Missa do Papa Paulo VI, Novus Ordo, Nova Liturgia) seja no vernáculo ou em latim, (com o sacerdote) de frente ao povo ou o Tabernáculo. Assim, pelas mesmas razões, aderimos fielmente à Missa Tradicional (também conhecida por Missa Tridentina, Missa Latina Antiga, Missal Romano, Missal do Papa São Pio V, Missa de Sempre).

1. Porque a Nova Missa não é uma profissão inequívoca de Fé católica (como a Missa Tradicional), é ambígua e protestante. Portanto, dado que rezamos de acordo com o que cremos, é natural que não possamos rezar com a Missa Nova na maneira protestante e ainda crer como Católicos!

2. Porque as mudanças não foram apenas pequenas mas de fato envolvem “uma renovação fundamental… uma mudança total… uma nova criação”. (Dom A. Bugnini, co-autor da Missa Nova).

3. Porque a Missa Nova nos leva a pensar que “as verdades podem ser alteradas ou ignoradas sem infidelidade para com aquele sagrado depósito da doutrina ao qual a Fé católica se encontra eternamente ligada”. (+)

4. Porque a Missa Nova representa “um afastamento acentuado da teologia católica da Missa tal como foi formulada na Sessão XXII do Concílio de Trento”, o qual, ao estabelecer os “cânones”, forneceu uma “barreira insuperável contra qualquer heresia que atacasse a integridade do Mistério”. (+)

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Festa da Coroação de Nossa Senhora - Colégio São Bento e Santa Escolástica 2016






Festa da Coroação de Nossa Senhora realizado no Colégio São Bento e Santa Escolástica, Mosteiro da Santa Cruz, em 31-05-16, Nova Friburgo – RJ.





terça-feira, 31 de maio de 2016

Festa de Corpus Christi - Mosteiro da Santa Cruz - 2016 - Fotos






Festa de Corpus Christi  relizada no Mosteiro da Santa Cruz, em Nova Friburgo – RJ, 26-05-16









segunda-feira, 30 de maio de 2016

Peregrinação de Pentecoste 2016 - Mosteiro da Santa Cruz






Algumas fotos da Peregrinação de Pentecoste realizada por fieis e religiosos do Mosteiro da Santa Cruz. Partindo do centro da cidade de Nova Friburgo e indo até a sede do Mosteiro, com sol ou chuva. Uma santa Caminhada de aproximadamente 20 km, com cânticos e o Santo Rosário.





sábado, 19 de março de 2016

Sagração Episcopal de Mons. Tomás de Aquino - Fotos





O Grupo Santo Tomás de Aquino, se sente honrado de ter participado, através de alguns de seus membros, desse momento solene para a fé Católica e para todo o Brasil. Obrigado meu Deus Uno e Trino, obrigado Santíssima Virgem, Obrigado São José e Obrigado Mons. Williamson por nos ter Sagrado Bispo o agora Mons. Tomás de Aquino.









sexta-feira, 11 de março de 2016

Entrevista Exclusiva a Dom Tomás de Aquino




PORTUGUÊS

1. Reverendo Padre: ¿por qué se necesita otro Obispo de la Resistencia? ¿Subsiste un estado de necesidad en la Iglesia? ¿No le basta a la Iglesia con los Obispos tradicionalistas de la FSSPX, cono afirma la misma Fraternidad?

A Igreja necessita de bispos, pois assim quis Nosso Senhor. Logo, a Tradição necessita de bispos. O trabalho que faz Dom Williamson desde 1988 é enorme. A ajuda que traz Dom Faure é indispensável e um terceiro bispo não é demais. A Tradição chegou a contar com sete bispos quando Dom Lazo, das Filipinas, passou para a Tradição e antes de Dom Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer falecerem. A Resistência não é outra coisa senão a Tradição que continua.

2. Algunos dicen que su consagración constituirá un acto cismático. ¿Qué nos puede decir al respecto?

Assim como as sagrações de 1988 não constituíram um ato cismático, da mesma forma esta sagração também não o constituirá. A razão que motivou as primeiras é a mesma que motivou as outras, ou seja, o fato de Roma não querer voltar à Tradição.
Evidentemente tanto esta nova sagração como a de Dom Faure podem ser criticadas, mas para quem considera atentamente as razões, trata-se de sagrações motivadas pelo mesmo motivo que as de 1988: o fato da cátedra de São Pedro estar ocupada por inimigos de Nosso Senhor. É um fato doloroso, mas é um fato. Negá-lo é fazer prova de irrealismo, acusação feita por Dom Fellay a seus três irmãos no episcopado: Dom Williamson, Dom Tissier e Dom de Galarreta.
Esta nova sagração não tem senão os motivos que fizeram agir Dom Lefebvre, nem mais nem menos. A única diferença está nas circunstâncias especiais em relação às autoridades da Fraternidade, mas em relação à Roma e à crise as razões são idênticas em todos os sentidos.

3. Padre: el año pasado, con motivo de la consagración de Mons. Faure, la FSSPX dijo que la Resistencia es sedevacantista, y que eso se demuestra al consagrar Obispos sin permiso de las autoridades romanas. ¿Su respuesta a esta otra acusación?

Da mesma forma que Dom Lefebvre não era sedevacantista, assim a Resistência não é sedevacantista, embora haja no seu seio, como aliás sempre houve na Fraternidade São Pio X, simpatizantes desta tese.

4. Padre: ¿cuál es su posición ante el sedevacantismo?

Penso que a posição de Dom Lefebvre a esse respeito é a mais sensata e a mais prudente. O Papa não pode usar de sua autoridade para destruir a Igreja. Logo, nós não lhe obedecemos nesta obra. Nós nos recusamos a ter parte na destruição da Igreja. Quanto a decidir se o Papa perdeu seu pontificado por causa disto, é uma questão disputada. Não temos as premissas para tirar uma conclusão que exclua todas as dúvidas. Ora, na dúvida, é melhor não afirmar a sede está vacante e considerá-lo como Papa.

5. El año pasado preguntamos a Mons. Faure que haría si fuera invitado al Vaticano por el Papa Francisco. Ahora le hacemos a Usted la misma pregunta. ¿Iría? ¿A decir qué a Francisco?

Ir a Roma? Só se fosse para perguntar se as autoridades romanas aceitam Quanta Cura, Syllabus, Pascendi, etc., mas creio que por hora a resposta já foi dada e ela é negativa.

6. El profesor Carlos Nougué ha publicado un breve artículo acerca de la su vida, en el que menciona el incidente de las presiones que Usted recibió por parte de las autoridades de la FSSPX por negarse a cantar el Te Deum en celebración del motu proprio Summorum Puntificum (julio de 2007). ¿Nos puede contar algo más sobre ese episodio y acerca de otros en los que Usted haya sufrido presiones por parte de los jefes de la FSSPX?

O que se passou em Santa Cruz quando Dom de Galarreta aqui esteve, sugerindo-me deixar o mosteiro, é algo bem complexo onde entram vários fatores. Somente Dom de Galarreta poderia dizer exatamente todas as razões que o moveram a me dar aquela sugestão. A questão doutrinal pode ter estado envolvida, mas não é certo, já que Dom de Galarreta era, em princípio, contra os acordos. Talvez a liberdade e justa independência do mosteiro inquietasse Dom Fellay. Dom de Galarreta deu como motivo as vocações para o mosteiro, pois enquanto eu fosse prior os padres no Brasil não mandariam vocações.

7. Reverendo Padre: ¿su experiencia en la abadía de Le Barroux le ha servido para fortalecer sus oposición a la deriva rallié o acuerdista de la FSSPX?

segunda-feira, 7 de março de 2016

07 de março dia de Santo Tomás de Aquino - Padroeiro de Nosso Grupo





São Tomás de Aquino foi um dos grande e importante teólogo da Santa Igreja, um grande filósofos da Idade Média, filósofo e padre dominicano do século XIII. Foi declarado santo pelo papa João XXII em 18 de julho de 1323. É considerado um dos principais representantes da escolástica (linha filosófica medieval de base cristã). Foi o fundador da escola tomista de filosofia e teologia.

"O primeiro degrau para a sabedoria é a humildade."

"Tenho medo do homem de um só livro."

"Para aqueles que tem fé, nenhuma explicação é necessária. Para aqueles sem fé, nenhuma explicação é possível."

Biografia resumida

- Nasceu em 1225 no castelo da cidade de Roccasecca.
- Em 1230 começou seus estudos na abadia de Rocasecca.
- Em 1244 ingressou na ordem religiosa dos Dominicanos.
- Entre 1245 e 1248 estudou na cidade de Paris e foi orientado por Alberto Magno (entra em contato com a filosofia aristotélica).
- Entre 1248 e 1259 estudou na Faculdade de Teologia, fundada por Alberto Magno na cidade Alemã de Colônia.
- Entre 1252 e 1259 foi mestre na Universidade de Paris.
- Em 1259 escreveu a Suma contra os gentios.
- Em 1273 escreveu a Suma Teológica.
- Entregou sua alma a Deus em 1274.


Principais obras

-Scriptum super sententiis;
- Summa contra gentiles (Suma contra os gentios)
- Summa theologiae (Suma Teológica)

Para mundo cada vez mais longe de Deus é importante ler esta obra:


As cinco provas de São Tomás de Aquino



São Tomás, em sua obra "Suma Teológica" defende que Deus é o princípio e o fim de todas as coisas e que, fazendo apenas o uso da luz natural da razão a partir das coisas criadas. Pelas cinco provas de São Tomás de Aquino (também chamadas de cinco vias de Tomás de Aquino), a defesa pela existência de Deus acontece por meio da razão e sem recorrência a argumentos de natureza dogmática, para isto propõe cinco vias de demonstração de natureza exclusivamente filosófico-metafísica..

I - Primeiro Motor Imóvel “Movere enim nihil aliud est quam educere aliquid de potentia in actum

 São Tomás argumentou Deus é o primeiro 'motor'. Primeiro motor imóvel: tudo o que se move é movido por alguém, é impossível uma cadeia infinita de motores provocando o movimento dos movidos, pois do contrário nunca se chegaria ao movimento presente, logo há que ter um primeiro motor que deu início ao movimento existente e que por ninguém foi movido. O que está em movimento deve ser posto em movimento por uma outra coisa, por isso não deve ser um motor imóvel. Todas as coisas existentes estão passiveis de mudança, porem elas não podem mudar por si próprias, um objetos pode ter seu estado “frio”, e permanecerá assim até que algo com o estado “quente” o aqueça, como o fogo. Ou seja, para que algo adquira uma qualidade ou perfeição, é preciso a existência de outro para que o mude. Tudo o que muda é mudado por outro. Tudo o que se move é movido por outro.
É preciso então a existem de algo/alguém que tenha em si todas as qualidades e perfeições, e que a partir dele se desenvolveu todas as mudanças, a esse 1º motor que deu origem a todos os movimentos e mudanças, nós chamamos de Deus. 


II – Prova da causalidade eficiente

 Deus é a 'causa primeira': decorre da relação 'causa-e-efeito' que se observa nas coisas criadas. É necessário que haja uma causa primeira que por ninguém tenha sido causada, pois a todo efeito é atribuída uma causa, do contrário não haveria nenhum efeito pois cada causa pediria uma outra numa sequência infinita.Causa Primeira ou Causa Eficiente decorre da relação "causa-e-efeito" que se observa nas coisas criadas. Não se encontra, nem é possível, algo que seja a causa eficiente de si próprio, porque desse modo seria anterior a si próprio: o que é impossível. É necessário que haja uma causa primeira que por ninguém tenha sido causada, pois a todo efeito é atribuída uma causa, do contrário não haveria nenhum efeito pois cada causa pediria uma outra numa sequência infinita e não se chegaria ao efeito atual. Logo é necessário afirmar uma Causa eficiente Primeira que não tenha sido causada por ninguém.

Toda causa é anterior a seu efeito. Para uma coisa ser causa de si mesma teria de ser anterior a si mesma. Por isso neste mundo sensível, não há coisa alguma que seja causa de si mesma. Além disso, vemos que há no mundo uma ordem determinada de causas eficientes. A primeira causa, as intermediárias e estas causam a última.
Por conseguinte, a série de causas eficientes tem que ser definida. Existe então uma causa primeira que tudo causou e que não foi causada. Deus é a causa das causas não causada. Esta prova foi descoberta por Sócrates que morreu dizendo: “Causa das causas, tem pena de mim”. A negação da Causa primeira leva à ciência materialista a contradizer a si mesma, pois ela concede que tudo tem causa, mas nega que haja uma causa do universo.



III – Prova da contingência

quinta-feira, 3 de março de 2016

Sermão do III Dom. da Quaresma - Dom Tomás de Aquino, OSB - 28-02-16





Sermão de Dom Tomás de Aquino OSB
III Dom. da Quaresma
Dia 28/02/2016
Mosteiro da Santa Cruz

Nova Friburgo – RJ
Brasil



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Quem é Dom Tomás de Aquino Ferreira da Costa, nosso novo Bispo: um testemunho





(professor laico da Casa de Estudos Santo Anselmo, do Mosteiro da Santa Cruz)

    Miguel Ferreira da Costa nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, em 1954. Até a Faculdade de Advocacia, fez seus estudos no Colégio de São Bento do Rio de Janeiro, onde tive a oportunidade de ser por um breve tempo seu colega de classe. Fez parte do movimento tradicionalista e antimodernista organizado em torno de Gustavo Corção e da revista Permanência; teve início então sua vida de “fiel guerreiro da guerra pós-conciliar pela Fé”, como escreve Dom Williamson.Começou, como dito, a cursar Advocacia, mas abandonou-a para tornar-se monge, com o nome de Tomás de Aquino, no mosteiro francês do Barroux, que tinha então por superior a Dom Gérard; e foi ordenado sacerdote em 1980, em Êcone, por Dom Marcel Lefebvre. Pôde então privar da amizade, do exemplo, dos ensinamentos do fundador da FSSPX.

   Veio ao Brasil com um grupo de monges do Barroux para fundar o Mosteiro da Santa Cruz, em Nova Friburgo, Rio de Janeiro/Brasil. Nesse ínterim, porém, Dom Gérard, contra a instância de Dom Lefebvre, marchou para um acordo com a Roma conciliar, contra o que se opôs também Dom Tomás de Aquino. A separação foi então inevitável. O Mosteiro da Santa Cruz, com total apoio e incentivo de Dom Lefebvre, tornou-se assim independente, ainda que amigo da FSSPX. Com efeito, escreveu pouco mais ou menos Dom Lefebvre a Dom Tomás em carta que tive o privilégio de ler: O senhor deve reverência e consulta aos bispos da FSSPX, mas estes não têm jurisdição sobre o senhor, que, como prior do Mosteiro, há de ter autonomia.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Comentários Eleison - por Dom Williamson CDXLIX (449) - Um novo Bispo pra Resistência






De modo nenhum o perigo na FSSPX deixou de haver. 
Os bispos resistentes devem cumprir com seu dever!

Desde o Capítulo Geral de julho de 2012, quando sob a direção de Dom Fellay a Fraternidade Sacerdotal São Pio X deu uma guinada decisiva em direção a um acordo de compromisso com a Roma Conciliar, os católicos da Tradição se perguntam onde estavam os dois outros bispos da FSSPX, Dom Tissier de Mallerais (BpT) e Dom de Galarreta (BpG), porque ambos têm sido bastante discretos desde então. Entretanto, as firmes palavras que foram ditas por cada um no mês passado suscitaram esperanças para o futuro da FSSPX. As esperanças estão justificadas? Os católicos precisam permanecer em guarda...

O sermão de Crisma feito por BpT em 31 de janeiro, em Saarbrücken, na Alemanha, não poderia ter sido mais sincero nem claro. Por exemplo: No embate da FSSPX com Roma, nunca poderá haver compromisso ou jogo duplo. Nunca poderemos negociar com Roma enquanto os representantes da Neoigreja (sic) estiverem agarrados aos erros do Vaticano II. Qualquer conversa prolongada com Roma deve ser sem ambiguidades, e ter como objetivo a conversão dos representantes da Neoigreja para nossa una e única verdade da Tradição Católica. Nada de compromisso nem jogo duplo até que eles tenham superado seus erros conciliares e se convertido de volta à Verdade.

Palavras admiráveis! Sinceridade não é o problema de BpT. Ele não é nada político. Deus o abençoe. Seu problema é que, quando tem de passar das palavras à ação, seu “Cinquentismo” o faz obedecer a seu Superior e se alinhar aos políticos do Quartel-General da FSSPX em Menzingen. Nada indica que isto não acontecerá de novo, mas devemos sempre rezar para que ele finalmente comece a reagir devidamente. BpT está escondendo-se de si mesmo, ou de fato não está conseguindo ver a completa malícia da ação de Menzingen. Não estão em jogo somente a unidade e o bem-estar da FSSPX, mas a Fé Católica.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Sermão do Primeiro Domingo da Quaresma - Rev. Padre Joaquim fbmv





Sermão do Rev. Padre Joaquim FBMV sobre o Evangelho de São Mateus 4,1-11, no mosteiro da Santa Cruz, dia 14-02-16



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

As Canonizações no Magistério Pontifício de Ontem e de Hoje




Por R.P. Calderon, F.S.S.P.X.


A Igreja sempre rendeu culto público aos santos, primeiro a seus mártires e posteriormente, a partir do século IV, aos confessores. Ainda que somente o Papa tenha autoridade para julgar se algum servo de Deus pode ser honrado como santo pela Igreja universal, durante os dez primeiros séculos foi a piedade do povo cristão que os canonizava, mais ou menos dirigida pelos seus Bispos e com o consentimento tático dos Pontífices Romanos. Mas como não faltaram abusos e negligências, os Papas começaram a exercer um controle maior nestes processos, terminando por reservar para si a faculdade de canonizar os santos.

O primeiro documento que menciona esta reserva é um decreto de Alexandre III, do ano de 1170. A vida exemplar dos santos é uma das notas que distingue a Igreja de toda outra falsa religião, e para confusão daqueles que negam, os procedimentos pelos quais os Papas acordaram as canonizações foram desde sempre extremamente rigorosas.

Até 1588, as canonizações, realizadas sempre como um processo judicial entre um « postulador » como defensor e o « promotor da fé » como fiscal, eram competência da Rota Romana; mas neste ano Sixto V instituiu a Sagrada Congregação dos Ritos com competência exclusiva para estes processos, que unificou e aperfeiçoou os procedimentos seguidos.todavia, Urbano VIII, em 1625, proibiu que se prestasse culto a alguém que não tivesse sido canonizado ou beatificado pela Santa Sé, com exceção dos casos de culto admitido desde sempre.

O procedimento, enriquecido pela experiência dos séculos, esta descrito no essencial pelo Código de Direito Canônico de 1917. Posteriormente, Pio XI instituiu em 1930 a Seção Histórica para as causas antigas, promulgando em 1939 umas Normas para estes casos, e Pio XII estabeleceu um colégio de médicos peritos.
Até esta data, todo procedimento tinha duas etapas:

– A que termina na beatificação, dividida em duas partes, o processo ordinário e o processo apostólico;
– A que conduz à canonização. O processo ordinário ou anti-processo, chamado assim porque se realiza debaixo da autoridade do Bispo do lugar, tem como fim introduzir a causa ante a S.C. de Ritos, e consta de três partes:
1ª- A busca meticulosa de todos os escritos do servo de Deus;
2ª- O processo informativo que busca demonstrar a fama de santidade;
3ª- O processo de ausência de culto, de acordo com o decreto de Urbano VIII. Antes de seguir com o processo informativo, os escritos devem ser revisados para a S.C. de Ritos, de onde são submetidos a um rigoroso exame: “Não é necessário que as obras do servo de Deus contenham erros formais contra o dogma ou a moral para deter definitivamente uma causa de canonização; basta que se lhe encontrem novidades suspeitas, questões frívolas, ou ainda alguma opinião singular oposta ao ensinamento dos Santos Padres e ao sentimento comum dos fiéis”.

O processo apostólico ou processo propriamente dito, realizado sob a autoridade do Papa por intermédio da S.C. de Ritos, tem dois grupos de procedimentos, os de instrução e os de cognição. Os de instrução se realizam nas dioceses por mandato da S.C. de Ritos, e são dois: primeiro se refaz o da fama de santidade; depois se examinam as virtudes (se a causa não for de mártir) ou o martírio, e os milagres. Os processos de cognição se realizam em Roma, e são em números de quatro:

-Sobre a heroicidade das virtudes;
-Sobre o martírio e sua causa;
-Sobre os milagres;
-Última sessão cautelar, chamada « de tuto », pela qual se decreta que se pode proceder “com segurança” a beatificação.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Em Defesa de Dom Williamson (I)




Por Dom Tomás de Aquino



Dom Williamson escreveu no seu Comentário Eleison 438: “Se a evidência dos milagres ocorridos dentro da Igreja do Novus Ordo é tão séria quanto parece, então os católicos têm de conformar suas mentes à mente de Deus, e não o inverso.”

Muitos atacaram Dom Williamson por causa destes comentários a respeito do possível milagre eucarístico ocorrido em Buenos Aires. Entre os argumentos utilizados retenho os seguintes:

1- Fora da Igreja não pode haver milagres. A Igreja conciliar não é a Igreja católica. Logo não houve milagre em Buenos Aires.
2-Ninguém age sem um fim. Um milagre na Missa Nova não poderia ter outro fim senão induzir os fiéis a assistir à Missa Nova. Logo, não houve milagre em Buenos Aires.
3-O milagre é a assinatura de Deus. Deus não pode assinar uma heresia. A Missa Nova favorece a heresia. Logo, não houve milagre em Buenos Aires.

Vejamos cada um desses argumentos.

1- O primeiro simplifica em demasia a questão e simplificando-a confunde duas questões. Uma é a de saber se pode ou não haver milagres fora da Igreja. A outra é a de saber se a Igreja conciliar é totalmente alheia à Igreja católica ou não.

À primeira questão deve-se responder com santo Tomás que sim. Pode haver milagres “fora da Igreja” dentro de certas condições. Veja-se os artigos do Prof. Carlos Nougué a esse respeito. O que Deus não faz é confirmar o erro ou o vício com um milagre, mas ele pode confirmar a verdade ou a virtude com um milagre, e isto mesmo entre os pagãos. Se alguns bens foram realizados entre os pagãos, estes bens foram realizados por inspiração ou ação de Deus (cf. De Potentia, questão VI, artigo V, ad 5um). No mesmo artigo Santo Tomás diz ser possível que Deus tenha feito um milagre para atestar a castidade de uma virgem pagã. Pode-se lembrar também o milagre da mula de Balaão que falou distintamente, como se lê nas Sagradas Escrituras. Ora, Balaão era um mago pagão. A mula falou porque Deus queria adverti-lo de que não levasse adiante seu intento de amaldiçoar os judeus (Num XXII).

À segunda pergunta deve-se responder que as autoridades da Igreja conciliar constituem uma seita modernista que, ocupando os postos-chave da Igreja, a mantêm cativa. Não se pode dizer de maneira absoluta que a Igreja conciliar seja a Igreja católica, nem que não o seja. Pela doutrina modernista e pela intenção de destruir a Igreja católica, ela não o é, evidentemente; mas pelo fato de deter em seu poder uma jurisdição que pertence à Igreja católica ela tem algo de católico em seu poder. Se o Papa atual se convertesse, exerceria catolicamente um poder que hoje ele exerce modernisticamente.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Santas Missões do Mosteiro da Santa Cruz – Ultimo dia - Fotos e Áudios (Parte 2)







Fotos e Áudio do ultimo dia das Pregações das Missões do Mosteiro da Santa Cruz.

Cronograma do Dia:

Tema da Conferencia: A humildade e a Salvação.     
Palestrante. Dom Tomás OSB
Horários: 10:30 (Sermão da Santa Missa).



                                    
Fotos