Festa de Corpus Christi relizada no Mosteiro da Santa Cruz, em Nova
Friburgo – RJ, 26-05-16
terça-feira, 31 de maio de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Peregrinação de Pentecoste 2016 - Mosteiro da Santa Cruz
Algumas fotos da Peregrinação de Pentecoste realizada por fieis e religiosos do Mosteiro da Santa Cruz. Partindo do centro da cidade de
Nova Friburgo e indo até a sede do Mosteiro, com sol ou chuva. Uma santa Caminhada de aproximadamente 20 km, com cânticos e o Santo Rosário.
Vamos trabalhar - U.I.O.G.D
Caros leitores e irmãos em Cristão, Salve Maria.
Depois de
um período sem atividade, eis que venho informar que o blog do Grupo Santo Tomás
de Aquino voltará as atividades, buscando sempre a maior Glória de Deus.
Obrigado a todos.
domingo, 27 de março de 2016
Ressuscitou! - Gustavo Corção
Não
há em todo o ano litúrgico, que é o vôo circular em que a Igreja contempla
amorosamente os mistérios de Cristo, momento mais jubiloso e mais belo em que,
antes de acender o Círio Pascal, o Diácono canta o“Exultet Jam Angélica Turba
Caelorum...” que é, sem dúvida alguma, o maior primor que os homens, com
inspiração divina e engenho próprio jamais lograram compor em toda a história
do cristianismo e do mundo. Quem já adulto, e já doloridamente vivido, teve a
felicidade de ouvi-lo pela primeira vez no esplendor do Movimento Litúrgico,
pôde apreciar, nessa adamantina condensação, todo o apuro, todo o requinte de
infinito bom-gosto que a Igreja, ex abundantia operis, trouxe à
civilização, e até hoje guarda a lembrança do estremecimento da alegria que nessa
noite sentiu como antecipação de todas as promessas de Deus:
O vere beata nox, quae sola meruit scire tempus et horam in qua Christus ab inferis ressurrexit! – Ó bem-aventurada noite, única que mereceu conhecer o dia e a hora em que Cristo ressuscitou dos mortos.
Inebriada
de alegria a Igreja delira, e chega à amorosa inconveniência, à desmedida
loucura de cantar:
O certe necessarium Adae peccatum... O felix culpa... – Ó necessário pecado de Adão...Ó culpa feliz.
E
depois, agora mais senhora de si, gravemente repete a grande história do Verbo
de Deus desde a madrugada da Criação, desde a promessa feita a Abraão, e
através das palavras dos profetas até aquela outra madrugada do primeiro dia da
semana em que Maria Madalena e a outra Maria vieram visitar o sepulcro.
sexta-feira, 25 de março de 2016
A Imobilidade e a Escuridão - Trecho do Livro A Subida do Calvário do Pe. Luís Perroy
Havia
que chegar a isto. Todo o fatal progresso da Paixão do Cristo tende a privá-lO gradualmente
da Sua liberdade, para Lhe comprar a cada privação um sofrimento novo, até que
o derradeiro esforço
desse trabalho superior
da Justiça de
Deus consiga imobilizá-lO na dor.
Primeiro os
laços, depois a
entrega entre as mãos de
soldados debochados, depois
a privação da vista no corpo da guarda, o amortecimento das forças e a
exaustão que a marcha acarreta e,
finalmente... os cravos
que O fincam
na Cruz: é
a tremenda imobilidade! A
simples reflexão pode
nos dar uma ideia deste último
instrumento de suplício. Estar
preso, fixado por quatro Chagas a se alargarem de minuto em minuto a um
sofrimento a que não se pode escapar!
O menor
movimento não faria,
aliás, senão aumentar
esse sofrimento. E
três horas durou esse
tormento assombroso! O
doente preso de
dor revolve-se penosamente
no leito; tem necessidade desse movimento que, se não lho suprime,
muda-lhe ao menos o sofrimento: descansa de um pelo outro. Na Cruz, porém,
nenhum descanso a esperar a não ser numa morte que só há de vir lentamente.
Mais uma vez: era preciso. O homem, pecando,
abusa da sua
liberdade: o castigo
correspondente à sua
culpa devia ser a privação
dessa liberdade. O Filho do Homem, que expia por toda a humanidade, será, pois, conseqüentemente com
o Seu papel
de Vítima expiatória,
privado de toda a
liberdade.
Está
feito, e é sobretudo nesse exato momento que Ele salva os pecadores. Gritam-Lhe
galhofando: “Desce agora,
se podes”. Já
não pode. Está
cravado. As almas
que se queixam de estar presas à
mesma cruz, pesada, esmagadora, sem esperança de a poder largar neste mundo,
devem vir ao pé desta Cruz de Jesus.
Eu
venho, meu Deus, e ante a Vossa imóvel atitude, ante esses cravos que Vos
fincam ao dever sangrento da Redenção, eu nem sequer em desejo procurarei
despregar-me de uma cruz que em alguns pontos quisestes tornar semelhante à
Vossa.
quarta-feira, 23 de março de 2016
Novo Pentecostes - Gustavo Corção
É a última espetacular novidade
religiosa que se espalha com grande sucesso no mundo inteiro. Num recorte
recente de "Le Monde" lemos a notícia desse movimento cujo sucesso se
contrapõe, na pena de Henri Fesquet, "ao declínio das grandes Igrejas"
mais ou menos institucionalizadas. Esse movimento de origem protestante,
nascido antes do século, cresceu agora rapidamente. O número de
"Assembléias de Deus" que era de 264 em 1963 ultrapassa o número de
400 em 1972. Calcula-se em dez milhões o número de praticantes no mundo
inteiro", diz "Le Monde"; e como era de esperar anuncia que o
movimento já entusiasmou o mundo católico onde ganha o nome de "renovação
carismática" e até reclama o mais ousado título de "novo pentecostes".
Em Junho reuniu-se na
Universidade Notre Dame, nos Estados Unidos, um "congresso de
renovação carismática" com o comparecimento de 25.000 participantes entre
os quais figuravam muitos padres, Bispos, e o Cardeal Suhenens, Primaz da
Bélgica.
Que dizem de si mesmos esses
católicos empenhados em tal movimento? Várias publicações, entre as quais
destaco a do jovem casal americano Kevin e Dorothy Ranaghan, num livro
traduzido em francês com o título "Le Retour de l'Esprit", apresentam
o movimento pura e simplesmente como uma descontinuidade explosiva surgida na
História do Cristianismo e produzida, nem mais nem menos, por uma nova descida
do Espírito Santo sobre os milhares de adeptos que recebem, por imposição das
mãos de outros, o "batismo do Espírito" e subitamente se convertem,
mudam de vida, passam da mais profunda depressão à mais jubilosa exaltação, e
começam a "falar em línguas", como os cristãos da Igreja nascente, e
como os apóstolos no dia de Pentecostes (At 2, 1)
Uma as características do
estado de espírito produzido nas assembléias carismáticas é a predominância daexteriorização sobre
a interiorização, e a marcada emotividade que leva os adeptos a sentirem a
presença do Espírito Santo, e a declararem essa convicção com uma espontaneidade —
cada um contando sua experiência própria — que se liberta de qualquer
compromisso de submissão à aprovação da Igreja.
Até aqui o nosso espanto não
foi excessivo porque este fim de século e o mundo católico dito
"progressista" já nos saturaram de extravagâncias, e já nos embotaram
a manifestação do espanto. A nossa preocupação começou a ganhar dimensões de
alarme quando vimos que o prudente hebdomadário "L'Homme Nouveau",
dirigido por Marcel Clement, enviou 7 representantes ao Congresso de "renovação
carismática" na Universidade Notre Dame, e que o próprio Marcel
Clement, no seu editorial de 1o. de Julho, não hesita em falar de "novo
Pentecostes" e de fazer este estranho pronunciamento:
"É
uma realidade de Igreja. Equilibrada, serena, poderosa. Não se trata de
misticismo exaltado. É verdadeiramente o Espírito Santo que os invade e os faz
caminhar muito depressa até à única e verdadeira Igreja de Jesus Cristo."
A nós nos parece que depressa
demais pronunciou-se o Prof. Marcel Clement, como também nos parece
incompreensível que se diga "cheminement très vite jusqu'à la seule et
veritable Église de Jesus Christ" de pessoas já nela inseridas pelos
sacramentos.
Prevemos o caminho de uma luta
mais difícil do que as outras que até agora tivemos de enfrentar porque todos
terão pressa excessiva de marcar pontos positivos num movimento em que os
rapazes e as moças só dizem que querem rezar em "comunidade carismática",
porque receberam do próprio Espírito Santo, num novo Pentecostes, dons maravilhosos
que os tiraram dos mais profundos abismos e os elevam à mais pura alegria. Quem
quererá cobrir-se do negrume de todas as antipatias para enfrentar tão
maravilhosa transformação do mundo com um mínimo de reserva ou de exigência?
terça-feira, 22 de março de 2016
sábado, 19 de março de 2016
Sagração Episcopal de Mons. Tomás de Aquino - Fotos
O Grupo Santo Tomás de Aquino,
se sente honrado de ter participado, através de alguns de seus membros, desse
momento solene para a fé Católica e para todo o Brasil. Obrigado meu Deus Uno e
Trino, obrigado Santíssima Virgem, Obrigado São José e Obrigado Mons. Williamson
por nos ter Sagrado Bispo o agora Mons. Tomás de Aquino.
sábado, 12 de março de 2016
Série Milagres da Igreja Católica: Especial Nossa Senhora de Guadalupe - Parte 4
“OFTALMOLOGISTAS ASSOMBRADOS:
OLHOS DA IMAGEM OBEDECEM PERFEITAMENTE TODAS AS LEIS DA ÓPTICA ENTÃO
DESCONHECIDAS NO SÉCULO XVI”
Estudos ofalmológicos realizados aos olhos de Maria, detectaram que eles mostram os três efeitos de refração da imagem que um olho humano normalmente tem. È absolutamente impossível obter estes efeitos com um pincel, mesmo na nossa época.
A Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, que parecia tão contemplativa, ia assustar os maiores oftalmologistas que tiveram o privilégio de estudar Seus olhos: Eles estão “vivos” na tilma.
O primeiro a estudar os olhos
foi Javier Torroela Bueno, chefe da Clínica de Propedêutica na Escola Nacional
de Medicina (1949-1952) e da Cátedra de Oftalmologia (1953-1960), na
Universidade Nacional Autônoma do México. Trabalhou com o eminente oftalmólogo
e cirurgião Rafael Torija Lavoignet.
Foi o Dr. Lavoignet em julho de
1956, após oito meses consecutivos de trabalhos, quem descobriu na tilma, nos
olhos da Virgem de Guadalupe, o fenômeno ótico da “tripla imagem de
Purkinje-Samson”.
Com uma lupa, ele viu nos dois
olhos da Imagem de Guadalupe a figura do “homem com a mão na barba”. E com
oftalmoscópio, jogando luz sobre o olho direito, viu os três reflexos
correspondentes à lei ótica da “tripla imagem”.
sexta-feira, 11 de março de 2016
Entrevista Exclusiva a Dom Tomás de Aquino
PORTUGUÊS
1.
Reverendo Padre: ¿por qué se necesita otro Obispo de la Resistencia? ¿Subsiste
un estado de necesidad en la Iglesia? ¿No le basta a la Iglesia con los Obispos
tradicionalistas de la FSSPX, cono afirma la misma Fraternidad?
A
Igreja necessita de bispos, pois assim quis Nosso Senhor. Logo, a Tradição
necessita de bispos. O trabalho que faz Dom Williamson desde 1988 é enorme. A
ajuda que traz Dom Faure é indispensável e um terceiro bispo não é demais. A
Tradição chegou a contar com sete bispos quando Dom Lazo, das Filipinas, passou
para a Tradição e antes de Dom Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer
falecerem. A Resistência não é outra coisa senão a Tradição que continua.
2.
Algunos dicen que su consagración constituirá un acto cismático. ¿Qué nos puede
decir al respecto?
Assim
como as sagrações de 1988 não constituíram um ato cismático, da mesma forma
esta sagração também não o constituirá. A razão que motivou as primeiras é a
mesma que motivou as outras, ou seja, o fato de Roma não querer voltar à
Tradição.
Evidentemente
tanto esta nova sagração como a de Dom Faure podem ser criticadas, mas para
quem considera atentamente as razões, trata-se de sagrações motivadas pelo
mesmo motivo que as de 1988: o fato da cátedra de São Pedro estar ocupada por
inimigos de Nosso Senhor. É um fato doloroso, mas é um fato. Negá-lo é fazer
prova de irrealismo, acusação feita por Dom Fellay a seus três irmãos no
episcopado: Dom Williamson, Dom Tissier e Dom de Galarreta.
Esta
nova sagração não tem senão os motivos que fizeram agir Dom Lefebvre, nem mais
nem menos. A única diferença está nas circunstâncias especiais em relação às
autoridades da Fraternidade, mas em relação à Roma e à crise as razões são
idênticas em todos os sentidos.
3.
Padre: el año pasado, con motivo de la consagración de Mons. Faure, la FSSPX
dijo que la Resistencia es sedevacantista, y que eso se demuestra al consagrar
Obispos sin permiso de las autoridades romanas. ¿Su respuesta a esta otra
acusación?
Da
mesma forma que Dom Lefebvre não era sedevacantista, assim a Resistência não é
sedevacantista, embora haja no seu seio, como aliás sempre houve na
Fraternidade São Pio X, simpatizantes desta tese.
4.
Padre: ¿cuál es su posición ante el sedevacantismo?
Penso
que a posição de Dom Lefebvre a esse respeito é a mais sensata e a mais
prudente. O Papa não pode usar de sua autoridade para destruir a Igreja. Logo,
nós não lhe obedecemos nesta obra. Nós nos recusamos a ter parte na destruição
da Igreja. Quanto a decidir se o Papa perdeu seu pontificado por causa disto, é
uma questão disputada. Não temos as premissas para tirar uma conclusão que
exclua todas as dúvidas. Ora, na dúvida, é melhor não afirmar a sede está
vacante e considerá-lo como Papa.
5.
El año pasado preguntamos a Mons. Faure que haría si fuera invitado al Vaticano
por el Papa Francisco. Ahora le hacemos a Usted la misma pregunta. ¿Iría? ¿A
decir qué a Francisco?
Ir
a Roma? Só se fosse para perguntar se as autoridades romanas aceitam Quanta
Cura, Syllabus, Pascendi, etc., mas creio que por hora a resposta já foi dada e
ela é negativa.
6.
El profesor Carlos Nougué ha publicado un breve artículo acerca de la su vida, en el que menciona el
incidente de las presiones que Usted recibió por parte de las autoridades de la
FSSPX por negarse a cantar el Te Deum en celebración del motu proprio Summorum
Puntificum (julio de 2007). ¿Nos puede contar algo más sobre ese episodio y
acerca de otros en los que Usted haya sufrido presiones por parte de los jefes
de la FSSPX?
O
que se passou em Santa Cruz quando Dom de Galarreta aqui esteve, sugerindo-me
deixar o mosteiro, é algo bem complexo onde entram vários fatores. Somente Dom
de Galarreta poderia dizer exatamente todas as razões que o moveram a me dar
aquela sugestão. A questão doutrinal pode ter estado envolvida, mas não é
certo, já que Dom de Galarreta era, em princípio, contra os acordos. Talvez a
liberdade e justa independência do mosteiro inquietasse Dom Fellay. Dom de
Galarreta deu como motivo as vocações para o mosteiro, pois enquanto eu fosse
prior os padres no Brasil não mandariam vocações.
7.
Reverendo Padre: ¿su experiencia en la abadía de Le Barroux le ha servido para
fortalecer sus oposición a la deriva rallié o acuerdista de la FSSPX?
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