domingo, 18 de outubro de 2015

Filme - A canção de Bernadette (Bernadette de Lourdes)





quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Série: Aparições de Nossa Senhora - La Salete - França - 1846




Onde aconteceu: Na França.

Quando: Em 1846.

A quem: Aos videntes, Maximino Giraud e Mélanie Calvat.


História da Aparição.


Um menino de nome Maximino Giraud, de onze anos, e Mélanie (Mélanie) Calvat, de quinze, estavam cuidando do gado. Mélanie estava acostumada e treinada nesse tipo de trabalho desde os nove anos, mas tudo era novo para Maximino. Seu pai lhe havia pedido que fosse fazer esse serviço como ato generoso, para cooperar com o amigo que estava com o pastor adoentado.

Relata Mélanie:

No dia 18 de setembro de 1846, véspera da Aparição da Santíssima Virgem, eu estava sozinha, como sempre, cuidando do gado do meu patrão; por volta de onze horas vi um menino que se aproximava. Por um momento tive medo, pois achava que todos deviam saber que eu evitava todo tipo de companhia. O menino se aproximou e me disse:

"Ei menina, vou contigo, sou de Corps". A estas palavras minha malícia natural se mostrou e lhe disse: "Não quero ninguém perto de mim. Quero ficar sozinha". Mas ele, senguindo-me, disse: "Meu patrão me enviou aqui para que cuide do gado contigo. Venho de Corps". Afastei-me dele, agastada, dando-lhe a entender que não queria ninguém por perto. Quando estava a certa distância, sentei-me na grama. Normalmente, dessa forma conversava com as florzinhas ou ao Bom Deus.

Depois de um momento, atrás de mim estava Maximino sentado e diretamente me disse: "Deixa-me ficar contigo, me comportarei muito bem". Embora contra minha vontade e sentindo-me incomodada por Maximino, permiti que ficasse. Ao ouvir os sinos de la Salette para o Ângelus, disse-lhe para elevar sua alma a Deus. Ele tirou o chapéu e se manteve em silêncio por um momento. Logo comemos e brincamos juntos. Quando caiu a tarde descemos a montanha e prometemos voltar ao dia seguinte para levar o gado novamente.

No dia seguinte, sábado, 19 de setembro de 1846, o dia estava muito quente e os dois jovenzinhos concordaram em comer seu almoço em um lugar sombreado. Contrariamente a seu costume, eles se estendem sobre a relva... e adormecem. O tempo passa!... Mélanie foi a primeira a despertar:

"Maximino, Maximino, vem depressa, vamos ver nossas vacas... Não sei onde andam!".

Rapidamente sobem a ladeira. Voltando-se, têm diante de si toda a pradaria: as vacas lá estão ruminando calmamente. Os dois pastores se tranquilizam. Mélanie começa a descer. A meio caminho se detém imóvel e pergunta a Maximino se não vê o que ela estava vendo:

"Maximino, olha lá, aquele clarão!".

Maximino corre gritando:

"Onde? Onde?"

Mélanie estende o dedo para o fundo do vale onde haviam dormido. O clarão se mexia e se agitava, como dividindo-se ao meio.

"Oh, meu Deus!", exclamou Mélanie, deixando cair o cajado.

Algo fantasticamente inconcebível a inundava nesse momento e ela se sentiu atraída, com profundo respeito, cheia de amor e o coração batendo mais rapidamente. Viram uma Senhora sentada em uma enorme pedra. Tinha o rosto entre as mãos e chorava amargamente. Mélanie e Maximino estavam com medo e não se mexiam.

 

A Mensagem de La salete.

A Senhora, pondo-se lentamente de pé e cruzando suavemente seus braços, lhes chamou:

- Vinde, meus filhos, não tenhais medo, aqui estou para vos contar uma grande novidade!

Então, as crianças foram até a Bela Senhora. Ela não parava de chorar. "Achávamos que era uma mamãe cujos filhos a tivessem espancado e que se teria refugiado na montanha para chorar".

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Devoção das 40 Horas de 10 a 12 de Outubro - Programação





quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A Maternidade Divina - Anscar Vonier




Nós do Projeto Anscar Vonier queremos contribuir com a publicação de obras importantes para a formação dos católicos brasileiros, espalhando a mensagem deste grande monge beneditino. Pensando nisso, montamos o projeto de um livro, A Maternidade Divina, e oferecemos algumas formas de colaboração, sendo que em cada opção haverá alguma recompensa. Ou seja, incentivando este projeto, você recebe em troca o próprio fruto dele (o livro), além de outras vantagens. Se a meta for atingida, o trabalho será realizado. Se ela não for atingida, o sistema devolve o dinheiro integralmente para todos os colaboradores sem que haja custo algum por parte de quem fez o projeto ou de quemcolabora. Em suma: credibilidade confiabilidade e transparência.
Então, se você também entende a necessidade da publicação de mais livros católicos de qualidade, faça parte de nossa campanha e nos ajude a divulgar bons livros de formação católica. Contamos com o seu kick através do menu ao lado!


Participar é muito, muito fácil. São dois passos:

  1. Escolha o valor da sua contribuição e sua respectiva recompensa ao lado
  2. Escolha a forma de pagamento, boleto ou cartão de crédito (parcele em até 6x com parcela mínima de R$ 25).
Kickante é um site seguro e é um dos maiores sites de crowdfunding do mundo arrecadando fundos para causas nobres no Brasil afora e ajudando a tirar muitos projetos sensacionais do papel.


Há quem diga que os Evangelhos quase não falam de Maria, pois sua participação ao longo da trajetória de Jesus se resume ao de uma pessoa aparentemente pouco relevante e que qualquer menção a ela que vá além da mera referência à santidade é exagero. A importância que os católicos atribuem a Maria, dizem, eclipsaria e até faria esquecer a Glória de Jesus.
Mas e se eu dissesse que Deus dedicou formas especiais e grandiosas para falar de Maria nas Sagradas Escrituras de uma maneira em que, além do próprio Cristo, não se pode falar do mesmo modo de nenhum outro ser humano? E se eu dissesse que, depois da Vida e Paixão de Cristo, não há nada mais belo do que a Maternidade Divina, por possuir a mais íntima ligação com toda a vida imortal de Cristo? Não sou eu quem o diz, e sim a mais refinada teologia, da qual Dom Vonier, com certeza, foi um dos maiores expoentes no século XX.

Dom Vonier nasceu em 11 de novembro de 1875 no sul da Alemanha. Aos 13 anos respondeu o chamado de Deus por meio de um sacerdote que buscava vocações para o mosteiro de Buckfast, Grã-Bretanha. Esse mosteiro inicialmente ficava na França mas, por causa das perseguições da Revolução Francesa, se viu forçado a mudar. Vonier também estudou humanidades no Colégio dos Padres do Espírito Santo, ondeadquiriu um grande amor pela cultura francesa e, em seguida, foi enviado definitivamente para Buckfast. Ele também cursou filosofia e defendeu a tese que o fez doutor, concluindo o curso num incrível período de 2 anos, sendo que o normal era de 3 anos.
Dedicou-se diariamente à leitura e ao estudo da Bíblia, o que resultou na solidez de seus escritos e na familiaridade com as Escrituras, principalmente com as Epístolas de São Paulo.Segundo D. Joaquim G. de Luna, Dom Vonier “foi construtor, pregador, escritor, mas foi antes de tudo e acima de tudo um monge, isto é, um homem de Deus e da Igreja. [...] Quem quiser conhecer Dom Vonier, leia os seus livros”.
Os leitores irão se maravilhar com a clareza em que as verdades sublimes são explicadas. Sem empregar termos difíceis, inacessíveis, principalmente nos dias de hoje em que a maioria católicos infelizmente não conhecem a fé como outrora. Além disso, ele expõe o dogma católico de uma forma que é quase impossível não aumentar o amor às verdades reveladas.
Graças a Deus existem sites e editoras que estão traduzindo e divulgando trabalhos católicos de qualidade, como se fazia antes e é esta a nossa missão: contribuir com a publicação de obras importantes para a formação dos católicos brasileiros.
O primeiro livro a ser publicado chama-se “A Maternidade Divina”, pois nada melhor para o início de um projeto assim do que homenagear a Mãe dAquele que fez nascer em nós essa ideia, a inspiradora santíssima e a quem dedicamos este empreendimento.

Se você quer colaborar, clique Aqui


terça-feira, 6 de outubro de 2015

Devoção da Quarentas Horas - Mosteiro da Santa Cruz



Homilia - XVII Domingo depois de Pentecostes 20/09/2015

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Série: Aparições de Nossa Senhora - Nossa Senhora das Graças - França - 1830.

         
   Salve Maria caros amigos leitores e irmãos em Cristo, venho através deste e de outras postagens, apresentar, para os que ainda não conhecem, as Aparições de Nossa Senhora. A cada postagem, uma nova aparição. Boa leitura.


Onde aconteceu: Na França.

Quando: Em 1830.

A quem: A Santa Catarina Labouré.

As aparições de Nossa Senhora a Santa Catarina Labouré, em 1830 – Paris; marcaram o início de um ciclo de grandes revelações Marianas.
Esse ciclo prosseguiu em La Salette (1846), em Lourdes (1858) e culminou em Fátima – Portugal (1917).
Desde 1830 Nossa Senhora se manifesta deplorando os pecados do mundo, oferecendo perdão e misericórdia à humanidade pecadora e prevendo severos castigos caso ela não se convertesse. Mas também anunciando que, após esses castigos, viria um triunfo esplendoroso do Bem.
Em novembro de 1876, um mês antes de sua morte, Santa Catarina Labouré afirmou:“Virão grandes catástrofes.... o sangue jorrará nas ruas. Por um momento, crer-se-á tudo perdido. Mas tudo será ganho. A Santíssima Virgem é quem nos salvará. Sim, quando esta Virgem, oferecendo o mundo ao Padre Eterno, for honrada, seremos salvos e teremos a paz”.
E em 13 de julho de 1917, Nossa Senhora prometeu formalmente em Fátima: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Segundo Mandamento – Não Jurar o Santo nome de Deus em vão (1º Parte)






Deus, neste mandamento, nos manda honrar seu santo nome e nos proíbe que o profanemos.
Podemos honrar o santo nome de Deus de Três modos: pronunciando-o com veneração e respeito, louvando-o, e invocando-o em nossas aflições.
Profana-se o santo nome de Deus de cinco modos : 1ª pela irreverência; 2ª pelos maus juramen­tos : 3ª pela blasfêmia; 4ª com rogar pragas; 5" com a quebra dos votos.
O nome de Deus significa aqui a onipotente e sempiterna majestade de Deus uno e trino, o mesmo Deus.
Peca-se por irreverência ao santo nome de Deus quando se pronuncia sem respeito ou com desprezo.
Jurar é tomar Deus por testemunha do que se afirma ou promete.
Quando se jura pelas criaturas, também se toma a Deus por testemunha, porque, como as criaturas são obra de Deus, em certo modo se jura por Deus, quando se jura pelas suas criaturas.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

São João Maria Vianney - Cura d'Ars - Legendado



PS: PARA ATIVAR A LEGENDA, É SÓ SELECIONAR NO CANTO INFERIOR DIREITO DO VÍDEO.




quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Primeiro Mandamento – Adorar a um só Deus e amá-lo sobre todas as coisas – (2ª Parte, última)




Os principais pecados opostos á virtude de religião e ao culto devido a Deus são: A idolatria ou adoração dos ídolos, a impiedade ou irreligião, a superstição, o sacrilégio e todas as falsas religiões.
A idolatria consiste em dar as criaturas o culto supremo que só a Deus é devido.
Comete-se o pecado de impiedade ou irreli­gião quando se tratam com desprezo ou indiferença os deveres de Cristão, quando se profanam as coisas santas, e quando se metem a ridículo a religião e os seus ministros.
A superstição consiste em dar a Deus um culto que não lhe é devido, ou vicioso por excesso. As principais são três : 1ª a de dar culto a Deus por coisas ridículas, em que Deus não pode ter gloria; a 2ª tomar agora por necessário coisas que não têm conexão com nossa salvação; a 3ª querer adivinhar futuros observando consultando feiticeiros, curandeiros, cartas e etc.
O sacrilégio é a profanação das coisas santifi­cadas. Entendemos por coisas santificadas as que são especialmente consagradas a Deus, tais como: os templos, os vasos e ornamentos sagrados, os eclesiásticos, as Virgens dedicadas a Deus, as coisas permitidas com votos; e outras semelhantes.
Ha três espécies de sacrilégio : pessoal, local e real. Quando se ofende a santidade dos ministros de Jesus Cristo em quanto são consagrados a Deus, o sacrilégio é pessoal. O sacrilégio local é aquele com que se faz injuria a qualquer lugar sagrado com um criminoso derramamento de sangue, com incêndio, com furto e com qualquer exercício profano. O sacri­légio real consiste na profanação ou violação de qualquer coisa sagrada.
As coisas sagradas profanam-se de três modos: 1ª recebendo ou administrando os sacramentos em pecado mortal ou fazendo deles mau uso; 2ª tra­tando sem reverencia os vasos sagrados ou empre­gando-os em usos profanos; 3ª ultrajando as relíquias e imagens sagradas.
Na seguinte passagem do Evangelho vemos a Jesus expulsando os vendedores do templo por que cometiam um sacrilégio. Diz São João : Como estava a chegar a páscoa dos Judeus, foi logo Jesus para Jerusalém e achou no templo a muitos vendendo bois, e ovelhas e pombas, e os compradores lá sentados, tendo feito um chicote lançou fora a todos do templo, também as ovelhas e os bois, e jogou por terra o dinheiro dos compradores e derrubou as mesas. E para os que vendiam as pombas disse : Tirai daqui isto, e não façais da casa de meu Pai casa de negocio.  Então se lembraram seus discípulos do que esta escrito: O zelo de tua casa me consome (João II, 13-17)

Explicação da gravura.

Exemplo de idolatria; adoração do bezerro de ouro. Subia Moisés ao monte aonde Deus o cha­mara para dar-lhe a lei, e ali ficou quarenta dias e quarenta noites; depois o Senhor lhe deu as duas taboas sobre as quais estavam gravados os manda­mentos. Em quanto Moisés estava no monte o povo disse a Aarão : Não sabemos o que aconteceu com Moises, faze-nos deuses como os dos Egípcios. Para afastar o povo desta impiedade, Aarão disse : Trazei-me as arrecadas de vossas mulheres e filhas. Contra sua expectativa, trouxeram-lhe todas as jóias, e não ousando resistir, Aarão fundiu-as formou um bezerro de ouro, ao qual os Israelitas ofereceram sacrifícios, tocando e dançando a moda dos pagãos. Vendo isso Moisés, ao descer do monte, irou-se grandemente, e arremessando a terra as duas taboas, as quebrou. Depois reduziu a pó o bezerro, e mandou os levitas matar quantos encontrassem adorando os ídolos.
Exemplo de sacrilégio na parte inferior esquerda. Vê-se Heliodoro, general do rei da Síria, que, querendo roubar o tesouro do templo de Jerusalém, foi atacado por um cavalheiro misterioso que o maltratou, aparecendo-lhe ao mesmo tempo dois anjos que o açoitaram fortemente e o deixaram desmaiado.

Cometeu Saul um pecado de superstição quando foi para consultar a feiticeira de Endor. Deus permitiu que lhe aparecesse Samuel, que lhe disse : Amanham morrerás na batalha, vê-se representado o fato na parte inferior direita