“OFTALMOLOGISTAS ASSOMBRADOS:
OLHOS DA IMAGEM OBEDECEM PERFEITAMENTE TODAS AS LEIS DA ÓPTICA ENTÃO
DESCONHECIDAS NO SÉCULO XVI”
Estudos ofalmológicos realizados aos olhos de Maria, detectaram que eles mostram os três efeitos de refração da imagem que um olho humano normalmente tem. È absolutamente impossível obter estes efeitos com um pincel, mesmo na nossa época.
A Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, que parecia tão contemplativa, ia assustar os maiores oftalmologistas que tiveram o privilégio de estudar Seus olhos: Eles estão “vivos” na tilma.
O primeiro a estudar os olhos
foi Javier Torroela Bueno, chefe da Clínica de Propedêutica na Escola Nacional
de Medicina (1949-1952) e da Cátedra de Oftalmologia (1953-1960), na
Universidade Nacional Autônoma do México. Trabalhou com o eminente oftalmólogo
e cirurgião Rafael Torija Lavoignet.
Foi o Dr. Lavoignet em julho de
1956, após oito meses consecutivos de trabalhos, quem descobriu na tilma, nos
olhos da Virgem de Guadalupe, o fenômeno ótico da “tripla imagem de
Purkinje-Samson”.
Com uma lupa, ele viu nos dois
olhos da Imagem de Guadalupe a figura do “homem com a mão na barba”. E com
oftalmoscópio, jogando luz sobre o olho direito, viu os três reflexos
correspondentes à lei ótica da “tripla imagem”.
Numa tela plana e grosseira
como a tilma, seria impossível produzir esses reflexos, garantiam os médicos e
os pintores. E como é que um pintor do século XVI reproduziria a “tripla
imagem”, descoberta apenas no final do século XIX?
Dois grupos familiares e
desenhos a partir das ampliações. Observe-se que no olho direito aparece também
o esposo, que não cabe no Íris do olho esquerdo, mas um reflexo luminoso não
permite ver a filha.
Todas as privilegiadas personagens estavam em ambos os olhos! Em tripla imagem! Em relevo! Em cores! Diferindo apenas em tamanho, ângulo e luminosidade. Tudo como se encaixa “perfeitamente no fenômeno da visão estereoscópica. O alongamento de algumas das imagens correspondem à reflexão das mesmas numa superfície convexa como é o olho humano”.
O espanhol com a mão na barba e
o índio sentado, por estarem no extremo mais externo do semicírculo, ficavam
mais perto do observador. O computador só podia ampliar os olhos do índio,
porque o espanhol estava meio virado. E… em ambos os olhos!, em tripla imagem!,
em relevo!, em cores!, os computadores comprovaram toda a cena de outro ângulo!
Corresponde a figuras microscópicas na pequeníssima pupila da Imagem
Guadalupana…
“PASMEM: DENTRO DO 'OLHO DO
BISPO' REFLETIDO NO 'OLHO DA VIRGEM', ENCONTRARAM O ÍNDIO JUAN DIEGO COM O
MANTO ABERTO...E DENTRO DO 'OLHINHOSINHO' DO JUAN DIEGO: O BISPO!!!”
Ampliaram 3.500 vezes as pupilas dos olhos do Bispo, que na Imagem é de um milímetro. Num espaço correspondente a uma quarta parte de um milionésimo de milímetro na Imagem, vê-se a figura do índio Juan Diego mostrando a tilma com a figura da Virgem de Guadalupe!
E o
olhinho de Juan Diego também refletia uma figura: a cabeça de um homem de
nariz aquilino, o bispo!
O Dr. José Aste Tönsmann tivera
muitos motivos para perder o sono.
Mesmo com a tecnologia atual,
quem pintaria em um grosseiro ayate figuras da dimensão, da precisão e detalhes
daquelas contidas nos olhos da Senhora de Guadalupe???
Do livro: "Nossa Senhora
de Guadalupe, O olhar de Maria para a América Latina 'Não estou qui eu que sou
tua mãe?'"- Padre Oscar Quevedo, SJ, Edições Loyola
Fonte: Aqui
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