sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Série: Milagres da Igreja Católica: O Poder do Escapulário acalma o Mar



No ano de 1845, o navio 'King of the Ocean' deixava o Porto de Londres com destino à Austrália. Entre os passageiros, encontrava-se o pastor protestante inglês James Fisher, com Esposa e dois filhos de nove e sete anos de idade. O tempo esteve bom nas primeiras semanas de viagem, mas, quando já adiantava-se Oceano Índico adentro, um forte tornado, vindo do noroeste, varreu o oceano. As ondas irrompiam furiosamente, as velas se rasgavam e, a bordo, o madeiramento não parecia mais do que canas à mercê dos ventos e das ondas dessa noite memorável. Ordenaram aos passageiros que descessem às suas cabides. Não havia o que fazer. Ouviam-se ordens de comando, gritos de desespero e súplicas de misericórdia.

O Sr. Fisher com a família e mais outras pessoas, subiram ao convés e pediram que todos se unissem em oração suplicando perdão e misericórdia.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Série: Milagres da Igreja Católica - JOVEM SUICIDA É SALVO PELO ESCAPULÁRIO




DEGOLADO, SÓ É ENCONTRADO 3 DIAS DEPOIS E NÃO MORRE ATÉ ENCONTRAR-SE COM UM SACERDOTE

Como Nossa Senhora prometeu que aqueles que 'piedosamente' morressem com o Escapulário não padeceriam do fogo do inferno...

Este impressionante fato ocorreu perto de Granada, na Espanha, e mostra bem a clara proteção da Virgem do Carmo aos que usam o Escapulário.

Num internato daquela cidade, estudava um rapaz muito querido por seu bom comportamento e sucesso nos estudos. Um dia pediu licença para ir até sua cidade, não longe de Granada. Mas, à hora combinada, não voltou, nem no dia seguinte. Os professores mandaram alguém até a casa dos parentes, para saber o que teria ocorrido, mas ficaram surpresos em saber que ele lá não tinha aparecido.

Apreensivos, deram uma busca em seu quarto e só notaram a ausência da navalha com que costumava se barbear. Uma terrível suspeita levantou-se e imediatamente os mestres comunicaram o fato às autoridades e começaram as buscas para ao menos encontrar o corpo do rapaz.

Passados três dias de angustia, dois homens faziam o percurso de Granada à cidade em que morava o rapaz, quando sentiram um impulso interior para aproximar-se de um poço artesiano abandono, que ficava um pouco afastado do caminho. Depois de ter sido perfurado 80 metros, fora abandonado. A 30 metros havia uma saliência para servir de descanso a quem descesse. Conservava ainda um cabo, pelo qual se podia descer até quase o fundo.

Como não se podia ver nada em seu interior, por causa da escuridão, um dos homens jogou dentro uma pedra. No mesmo instante ouviu-se um gemido humano. Atônito, para certificar-se do fato, atirou outra. Aí ouviu-se claramente uma voz que dizia:

- Não atire mais, pois vai matar-me!

Impressionados, os dois correram à cidadezinha para dizer. A noticia correu como rastilho de pólvora, pois toda a população estava ansiosa para ter notícias do desaparecido rapaz. Assim, acorreu ao local o povoado todo, com autoridades e o vigário à frente.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Ladainha da Humildade



                                                                        FONTE

Senhor, tende piedade de nós
Cristo, tende piedade de nós
Senhor, tende piedade de nós

Jesus, manso e humilde de coração, ouvi-nos
Jesus, manso e humilde de coração, atendei-nos
Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso.

Do desejo de ser estimado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser amado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser buscado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser louvado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser honrado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser preferido, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser consultado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser aprovado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser adulado, livrai-me, Jesus!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Hino da Congregação Mariana



                                                                            
                                                                   Letra


Do Prata ao Amazonas, Do mar às Cordilheiras,
Cerremos as Fileiras, Soldados do Senhor!
O nome teu Maria, Ó Virgem soberana,
Nos une nos irmana, Nos dá força e valor. (bis)


O averno ruge enfurecido,
Altar e trono quer destruido;
Da vida entramos na luta árdida,
 Por Deus pugnamos, por nossa vida.
Tu nos proteges ó Mãe potente,
 contra a inimiga cruel serpente;
De mil soldados não teme a espada,
 quem pugna à sombra da Imaculada!



Dum ideal celeste seguimos os encantos,
vendo em amargos prantos a terra esmorecer,
Seguirmos a Maria será nossa ventura;
 Teus filhos Virgem pura, sempre queremos ser!



Comentários Eleison: Infiéis Pertinazes - Dom Williamson




Comentários Eleison - por Dom Williamson
CDXXXV (435) - (14 de novembro de 2015):


INFIÉIS PERTINAZES


Quando a Europa tinha fé, podia derrotar

As hordas muçulmanas, e agora? — um retiro a se prolongar.


Enquanto os vacilantes remanescentes da Cristandade encaram hoje uma invasão muçulmana organizada pelos milenares inimigos de Deus, graças aos infelizes políticos das nações ocidentais e à mídia infame, é bom relembrarmos como a Cristandade foi tratada pelas invasões muçulmanas no passado, e como teve, então, de defender-se voltando-se para Deus. No verão de 1683, um grande exército muçulmano, algo em torno de 150 a 300 mil soldados, sitiou Viena e ameaçou engolfar a Europa de sul a leste. Os muçulmanos até conceberam capturar Roma, para a glória do Islã.

Com a ajuda de um santo capuchinho, Fr. Marco da Aviano, o Papa Inocêncio XI conseguiu reunir um exército cristão, formado por várias nações europeias, com o intuito de liberar Viena. Eis a oração do capuchinho pouco antes da batalha:

“Ó grande Deus dos exércitos, olhai-nos prostrados aqui, aos pés de vossa majestade, para impetrar-vos perdão pelas nossas culpas. Sabemos bem que merecemos que os infiéis impusessem as armas para oprimir-nos, porque as iniquidades que cometemos diariamente contra vossa bondade provocaram justamente vossa ira. Ó grande Deus, vos pedimos perdão do íntimo de nossos corações; execramos o pecado, porque Vós o abominais; estamos aflitos porque repetidamente excitamos à ira vossa suma bondade. Por amor a Vós mesmo, preferiríamos mil vezes morrer que cometer a mínima ação que vos desagrade. Socorrei-nos com vossa graça, ó Senhor, e não permitais que nós, vossos servos, rompamos o pacto que somente convosco fizemos. Tende, pois, piedade de nós, tende piedade de vossa Igreja, contra a qual o furor e a força dos infiéis já se preparam para oprimi-la. Ainda que seja por nossa culpa que tenham sido invadidas estas belas e cristãs regiões, e ainda que todos estes males que nos assaltam não sejam outra coisa que a consequência de nossa malícia, sejais todavia propício, ó bom Deus, e não desprezeis a obra de vossas mãos. Recordai que, para livrar-nos da servidão de Satanás, Vós destes vosso precioso Sangue.”

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Série Aparições de Nossa Senhora - GUADALUPE - México -1531




Onde Aconteceu: No México.

Quando: Em 1531.

A quem: A um Índio.

 Nossa Senhora de Guadalupe é a protetora das Américas, das vocações, das famílias e dos nascituros.
Todos os escritos narrados sobre as quatro aparições de Nossa Senhora de Guadalupe são inspirados no Nican Mopohua, ou Huei Tlamahuitzoltica, escrito em Nahuatl, a linguagem Azteca, pelo índio erudito Antônio Valeriano em meados do século XVI.
O que se divulga é uma cópia publicada em Nahuatl por Luis Lasso de la Vega em 1649.


As Aparições

Dez anos depois da tomada da Cidade do México, a guerra chegou ao fim e houve uma paz entre os povos. Desta maneira começou a brotar a fé, o conhecimento do Deus Verdadeiro, por quem nós vivemos. Neste tempo, no ano de mil quinhentos e trinta e um, nos primeiros dias do mês de dezembro, aconteceu que havia um pobre índio, chamado Juan Diego, inicialmente conhecido pelo nome nativo de Cuautitlan. No que diz respeito às coisas espirituais, ele pertencia ao Tlatilolco.  
Era sábado de madrugada, pouco antes do amanhecer, ele estava em seu caminho, a seguir seu culto divino e empenhado em sua tarefa. Ao chegar no topo da montanha conhecida como Tepeyacac, o dia amanhecia e ele ouviu cantos acima da montanha, assemelhando-se a cantos de vários lindos pássaros. De vez em quando, as vozes cessavam e parecia que o monte lhes respondia. O som, muito suave e deleitoso, sobre passava do "coyoltototl" e do "tzinizcan" e de outros pássaros lindos que cantam. Juan Diego parou, olhou e disse para si mesmo:
 “Porventura, sou digno do que ouço? Será um sonho? Estou dormindo em pé? Onde estou? Será que estou agora em um paraíso terrestre de que os mais velhos nos falam a respeito? Ou quem sabe estou no céu?”. 
Ele estava olhando para o oriente, acima da montanha, de onde vinha o precioso canto celestial e então de repente houve um silêncio. Então, ouviu uma voz por cima da montanha dizendo:
 “Juanito, Juan Dieguito.”
 Ele com coragem foi onde o estavam chamando, não teve o mínimo de medo, pelo contrário, encorajou-se e subiu a montanha para ver. Quando alcançou o topo, viu uma Senhora, que estava parada e disse-lhe para se aproximar.
Em Sua presença, ele maravilhou-se pela Sua grandeza sobre humana. Seu vestido era radiante como o sol, o penhasco onde estavam Seus pés, penetrado com o brilho, assemelhava-se a uma pulseira de pedras preciosas e a terra cintilava como o arco-íris. As "mezquites", "nopales", e outras ervas daninhas que ali estavam, pareciam como esmeraldas, sua folhagem como turquesas e seus ramos e espinhos brilhavam como ouro.
Ele inclinou-se diante Dela e ouviu Sua palavra, suave e cortês, como alguém que encanta e cativa muito. Ela disse-lhe:

”Juanito, o mais humilde dos meus filhos, onde estás indo?“

 Ele respondeu: 
“Minha Senhora e Menina, eu tenho que chegar à Sua igreja no México, Tlatilolco, para seguir as coisas divinas, que nos dão e ensinam nossos sacerdotes, delegados de Nosso Senhor”.

Ela então lhe disse:  

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A Imaculada Conceição glorificada à revelia até por ... um diabo!




A devoção à Imaculada Conceição de Nossa Senhora vem dos tempos apostólicos. Na Idade Média, porém, adquiriu enorme força e extensão. Por fim, no século XIX foi proclamada dogma da Igreja Católica. Nenhum católico pode negá-la ou pô-la sequer em dúvida, sem cair em heresia e ficar fora da Igreja.  Por isso, nesta magna festa, reproduzimos o fato seguinte acontecido no século XIX.
No dia 8 de dezembro de 1854, o Bem-aventurado Papa Pio IX promulgou solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Deus Encarnado, Nosso Senhor Jesus Cristo. E no dia 25 de março de 1858, festa da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora e da Encarnação do Verbo, a Santíssima Virgem se manifestou em Lourdes a Santa Bernadete. 
Nesse dia Ela confirmou o dogma, dizendo: “Eu sou a Imaculada Conceição”. E inaugurou uma torrente de milagres que não cessa até hoje! Poucas pessoas sabem que em 1823, trinta anos antes da proclamação desse magnífico dogma, dois sacerdotes exorcistas obrigaram um demônio que possuía um rapaz a cantar o louvor dessa santa verdade. E o demônio teve que fazê-lo, obviamente a contragosto, mas com uma rima poética que reverenciou a glória de Nossa Senhora.
O demônio é “espírito de mentira”, mas o exorcismo pode obrigá-lo a dizer a verdade, inclusive sobre matérias de Fé, como a divindade de Jesus Cristo, as virtudes da Imaculada Virgem, a existência do Paraíso, do inferno, etc. 
Foi o que aconteceu com o demônio que tinha entrado num jovem analfabeto de apenas doze anos, residente em Adriano di Puglia, Itália, hoje Ariano Irpino, na província e diocese de Avellino. 

sábado, 5 de dezembro de 2015

Homilia - XXI Domingo depois de Pentecostes









sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Oração Reparadora





(Para ser rezada na primeira sexta-feira de cada mês, diante do Santíssimo 
Sacramento exposto)

Divino Salvador Jesus!
Dignai-vos baixar um olhar de misericórdia sobre vossos filhos, que reunidos em um mesmo pensamento de Fé, Reparação e Amor, vêm chorar a vossos pés suas infidelidades e a de seus irmãos, os pobres pecadores!
Possamos nós, pelas promessas unânimes e solenes que vamos fazer, tocar o vosso divino Coração, e dele alcançar misericórdia para o mundo infeliz e criminoso e para todos aqueles que não têm a felicidade de vos amar!
Daqui por diante, sim, todos nós vo-lo prometemos:

Do esquecimento e da ingratidão dos homens,
Nós vos consolaremos, Senhor!    

Do abandono em que sois deixado no santo Tabernáculo,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Dos crimes dos pecadores,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Do ódio dos ímpios,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Das blasfêmias que se vomitam contra vós,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Das injúrias feitas à vossa divindade,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Dos sacrilégios com que se profana o vosso Sacramento de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Das imodéstias e irreverências cometidas em vossa presença adorável,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Da tibieza do maior número de vossos filhos,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Do desprezo que se faz de vossos convites cheios de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Das infidelidades daqueles que se dizem vossos amigos,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Do abuso de vossas graças,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De nossas próprias infidelidades,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Da incompreensível dureza de nossos corações,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De nossa longa demora em vos amar,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De nossa frouxidão em vosso santo serviço,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Da amarga tristeza em que sois abismado pela perda das almas,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Do vosso longo esperar às portas de nossos corações,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Das amargas repulsas de que sois saciado,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De vossos suspiros de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De vossas lágrimas de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De vosso cativeiro de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De vosso martírio de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Oração

Divino Salvador Jesus, que de vosso Coração deixastes escapar esta queixa dolorosa: "Eu procurei consoladores e não os achei", dignai-vos aceitar o pequeno tributo de nossas consolações e assistir-nos tão poderosamente com o socorro de vossa graça que, para o futuro, fugindo cada vez mais de tudo o que vos poderia desagradar, nos mostremos em tudo, por toda a parte e sempre, vossos filhos, os mais fiéis e devotados. Nós vo-lo pedimos por vós mesmo, que sendo Deus, com o Pai e o Espírito Santo, viveis e reinais nos séculos dos séculos. Amém.



quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

02 de Dezembro - Santa Bibiana, Virgem e Mártir



 Santa Bibiana, Virgem e Mártir


Na época em que Roma estava sob o poder o imperador Juliano, “o Apóstata”, aconteceu um dos últimos surtos de perseguição fatal aos cristãos, entre 361 e 363. O tirano, que já tinha renegado seu batismo e abandonado a religião, passou a lutar pela extinção completa do cristianismo.

Começou substituindo todos os cristãos que ocupavam empregos civis por pagãos, tentando colocar os primeiros no esquecimento. Mas não parou por aí. Os mais populares e os mais perseverantes eram humilhados, torturados e, por fim, mortos.
No ano 363, a família de Bibiana foi executada na sua presença, porque não renunciou à fé cristã. Flaviano, seu pai, morreu com uma marca na testa que o identificava como escravo. Defrosa, sua mãe foi decapitada. Ela e a irmã Demétria, antes, foram levadas para a prisão.
A primeira a morrer foi Demétria, que perseverou na fé após severos suplícios na presença da irmã. Por último, foi o martírio de Bibiana, para a qual, conforme a antiga tradição, o governador local usou outra tática. Foi levada a um bordel de luxo para abandonar a religião ou ser prostituída. Mas os homens não conseguiam aproveitar-se de sua beleza, pois a um simples toque eram tomados por um surto de loucura. Bibiana, então, foi transferida para um asilo de loucos e lá ocorreu o inverso, os doentes eram curados.

Sem renegar Cristo, foi entregue aos carrascos para ser chicoteada até a morte e o corpo jogado aos cães selvagens. Outro prodígio aconteceu nesse instante, pois os cães não o tocaram. Ao contrário, mantiveram uma distância respeitosa do corpo da mártir. Os seus restos, então, foram recolhidos pelos demais cristãos e enterrados ao lado dos familiares, num túmulo construído no monte Esquilino, em Roma.

Finalmente, a perseguição sangrenta acabou. A história do seu martírio ganhou uma devoção dos fieis. Santa Bibiana passou a ser incovada contra os males de cabeça e as doenças mentais e a epilepsia. Seu túmulo tornou-se meta de peregrinação e o seu bonito nome escolhido na hora do batismo. Também a conhecida variação, não menos bela, de Viviana se tornou popular na cristandade.