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segunda-feira, 22 de julho de 2013

JMJ – Jornada Maçônica da Juventude?




JMJ – Jornada Maçônica da Juventude?

Será que os jovens têm alguma ideia do envolvimento da ONU com a cultura da morte? E qual o propósito da organização da JMJ ao dar espaço a esta ignóbil instituição, cujas principais metas são destruir a moral cristã e implantar o controle populacional através da contracepção, esterilização, promoção do homossexualismo e aborto? Logo eles discutindo “cultura da paz”?


Encontro da ONU é parte do legado internacional da JMJ Rio2013

Por Jornada Mundial da Juventude – site oficial: Em parceria com as Organizações das Nações Unidas (ONU), a Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013) vai promover uma manhã de debates sobre o papel da juventude no desenvolvimento sustentável e da paz. O evento “Jovens e cultura da paz”, que vai acontecer no dia 23 de julho, vai contar com a participação do enviado especial do secretário-geral da ONU para a juventude, Ahmad Alhendawi, e terá um espaço para a apresentação de representantes jovens dos cinco continentes. São esperados cerca de 650 jovens. O evento faz parte do legado internacional da JMJ Rio2013.

O evento vai acontecer no prédio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), onde vai funcionar os consulados das delegações internacionais durante o encontro da juventude com o Papa. Para participar dos debates, será necessário se inscrever.

A ONU, que tem um escritório de políticas voltadas para a juventude, já trabalha na formação de novas lideranças. De acordo com o secretário executivo da JMJ, monsenhor Joel Portella, a Jornada é uma oportunidade de ouvir os jovens e conhecer suas expectativas para o mundo.

“A Jornada tem uma característica muito interessante, ela leva os jovens a olharem para Deus, para o mundo e para si. E esse olhar leva a uma grande responsabilidade na construção deste mundo novo”, explica monsenhor Portella.



Adagio Un Poco Mosso - L. V. Beethoven




O Concerto para piano No. 5 em Mi bemol maior, Op. 73 de Ludwig van Beethoven, popularmente conhecido como Concerto do Imperador, foi o ultimo concerto para piano de Beethoven. Foi escrito entre 1809 e 1811 em Viena, e foi dedicado ao Arquiduque Rudolf, patrono de Beethoven. A primeira apresentação aconteceu em novembro de 1811 em Leipzig tendo como solista Friendrich Schneider.




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Exercícios Espirituais para Crianças - Inferno (Final)


Fr. Manuel Sancho, 
Exercícios Espirituais para Crianças
1955

PARTE PRIMEIRA
A conversão da vida do pecado à vida da graça
(Vida Purgativa. — 1.ª semana)



3. — Se essas penas do inferno fossem temporárias e, por mais que durassem, tivessem fim alguma vez, ainda restaria ao pecador algum consolo; mas, espantai-vos, filhos, essas penas duram sempre. Sempre! Palavra terrível cujo simples pensamento arrepia! Porquanto, sabeis o que quer dizer “sempre?” Quer dizer que, por muitos milhares e milhões de anos que deslizem em cadeia interminável, ao findar essa série que a imaginação não pode compreender, o inferno ainda estará nos seus começos.


Havia uma vez um menino que se entretinha em tirar água do mar com uma concha tão pequena, que de cada vez só apanhava uma gota. Cada gota ele a introduzia num poço, e a simplória criatura acreditava que assim, com a sua concha pequenina, gota a gota, iria transferindo toda a água do mar para o poço. Passou um velho e lhe disse:

— Não trabalhes em vão, menino; mas fica sabendo que assim, gota a gota, se vivesses milhões de anos, acabarias por transferir todas as águas do mar para esse poço; mas, quando, depois de muitíssimos milhões de anos, tivesses acabado de transferir a última gota, o inferno ainda estaria em seus começos, porque é eterno e não tem fim.

Assim, — disse o menino — nunca pecarei, para não cair no inferno.

Não é estranho que os condenados se de­sesperem pensando na eternidade das penas que padecem. Se vos quiserdes livrar de mal tão espantoso, procurai desde já abominar o pecado sobre todos os males.

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 12



CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

CAPÍTULO II 
ESTUDO DA VOCAÇÃO 

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937



Escolha de uma vocação particular

62. — Suponhamos que vosso diretor vos diga: «Meu menino, creio ver claramente que Deus vos chama a Seu serviço; deveis renunciar ao mundo e entrar em religião.» Estará acabado o estudo da questão? Fica ainda uma parte secundária a decidir, que tem bastante importância: Que lugar ocuparei na religião? Para os moços, a questão é a seguinte: «Hei de entrar no sacerdócio ou consagrar minha vida à educação da juventude em um Instituto de Irmãos?» No sacerdócio pode-se escolher o clero secular, que administra as paróquias, ou o clero regular, que vive em comunidade e se consagra ao serviço da educação e das missões. Se quiserdes entrar numa congregação, será ainda preciso ver que sociedade religiosa deveis preferir.

Para as moças a questão se divide também. Que deverá preferir essa moça, as obras de caridade ou as obras de educação? As missões longínquas, os hospitais, os asilos de pobres, os doentes a domicílio, as escolas e os colégios solicitam, com efeito, o zelo de todos e reclamam numerosíssimas vocações. Depois de escolher entre a caridade e a educação, resta ainda determinar a sociedade religiosa na qual se deve entrar.

Todas estas questões se resolvem muito mais facilmente que a questão capital da vocação. Uma vez que alguém resolveu deixar o mundo, uma vez que a família consentiu ao sacrifício, a escolha do caminho particular que se deve seguir, pode fazer-se depressa.

A origem do Concílio Vaticano II é herética? (Parte VII)



A origem do Concílio Vaticano II é herética?(Parte VII)
Dizem os Modernistas QUE NÃO É
 Vamos demonstrar porque afirmamos que o
Concílio Vaticano II tem suas origens em bases heréticas.

Origem dos Teologos Modernistas do Concílio Vaticano II

Os “erros da Rússia” infiltram-se dentro da Igreja

OS SACERDOTES da nova igreja do Concílio Vaticano II



  John Courtney Murray (12 de setembro de 1904 - 16 Agosto 1967). O teólogo jesuíta. Ele nasceu na cidade de Nova York. Seu pai era um advogado, Michael John Murray.

  Murray entrou na Companhia de Jesus em 1920. Depois de completar a filosofia no Boston College (BA 1926, MA 1927), ele ensinou Literatura Latina e Inglês no Ateneo de Manila, Philippina. Em 1930, ele retornou aos Estados Unidos para estudar teologia em Woodstock College, Maryland até 1934. Estudo, em 1933, ele foi ordenado e depois continuou estudos na Universidade Gregoriana. 

  Ele escreveu muitos livros e um deles é que nós aprendemos hoje é "Consideramos estas Thruths", que foi publicado em 1960. Idéias Murray teologia, especialmente sobre a Igreja e o Estado, tendo sido condenado pela Santa Igreja por essas idéias revolucionarrias anti-cristã.Ele assim foi proibido de ensinar e escrever até 1950 por causa dessa idéias. Suas idéias são muito modernas e, finalmente, no Concílio Vaticano II dos modernistas.
Advinha foi convidado e onde deu contribuições cruciais para a afirmação da liberdade religiosa no documento Dignitatis Humane de 1965.

Umas de suas principais heresias: 

    De ensinar teologia da separação Igreja-Estado 

Têm a ousadia de ensinar teologia da separação Igreja-Estado que ‘a forma mais perfeita do Estado, e o progresso civil, exigem imperiosamente que a sociedade humana seja constituída e governada sem consideração à religião’ ,  Concílio Vaticano I, os teólogos romanos, que consideravam já condenada a separação «francesa» pelo magistério de Gregório XVI. 

domingo, 21 de julho de 2013

21 de Julho - São Lourenço de Brindisi, Confessor e Doutor




SÃO LOURENÇO nasceu em Brindes,Itália, a 22 de julho de 1559, no seio de ilustre família. Bem cedo ficou órfão de pai e foi recebido, ainda criança, pelos Franciscanos Conventuais, frequentando entre eles os estudos de humanidades. 

Perdeu a sua mãe quando tinha 14 anos de idade. Nessa altura, deixou a cidade onde nascera e também o seminário dos Conventuais e passou a viver em Veneza, na casa de um tio paterno. Aqui, conheceu os Capuchinhos e pediu para ser recebido na Ordem. Passou o ano de noviciado em Veneza e, a 24 de março de 1576, foi admitido à profissão religiosa. Começou a estudar Lógica em Pádua e em Veneza iniciou o estudo da Filosofia e Teologia. 

sábado, 20 de julho de 2013

Sobre as tentações curtas e passageiras




CAPÍTULO V

SOBRE AS TENTAÇÕES CURTAS E PASSAGEIRAS


Geralmente, as tentações são percebidas apenas começam, ou logo depois, e podem agir diferentemente. As vezes são pensamentos, sentimentos, que se apresentam subitamente e que não fazem mais do que passar. Então, muitas vezes fica-se embaraçado para discernir se foi uma simples tentação ou um pecado. Embora nos tenhamos desviado dela, estamos em dificuldade para julgar se nesse curto intervalo de tempo fizemos isso bastante cedo para prevenir o consentimento.

Nesta circunstância, podemo-nos decidir com base nos nossos próprios sentimentos e no nosso procedimento comum. Uma pessoa que estima, que ama, que pratica com vigilância as virtudes contra as quais teve essas tentações; que, pela disposição habitual do seu coração, está afastada de toda falta voluntária contra essas mesmas virtudes; que, nas ocasiões em que teve tentações mais seguidas nesse gênero, combateu para não sucumbir, pode prudentemente julgar que essas idéias, esses sentimentos passageiros não são falta, porém inicialmente tentações, e que a desaprovação que as fez desaparecer se antecipou ao consentimento.

O Marido: Os seus deveres ( Parte III )



O Marido 

Os seus deveres


O matrimônio não ensina só a conhecer-se, ajuda a vencer-se, o que é bem preciso. Se não se quiser renunciar a felicidade, vê-la desfazer em fumaça, transformar num estado miserável de hostilidade surda e permanente, que torna a vida insuportável, é preciso renunciar a si mesmo. A renúncia não é somente o fundamento da vida cristã, porém da felicidade conjugai; de sorte que, por um desígnio providencial, a mesma causa conduz-nos, ao mesmo tempo, à virtude e à felicidade. 

Na vida conjugai, as ocasiões de renúncia são diárias, e, portanto, assim também as ocasiões de aumentar, de receber o aperfeiçoamento, que é o fim do matrimônio.

O egoísmo é o nosso inimigo mortal; vivermos em nós, de nós, para nós, é o nosso mal. A nossa educação moral consiste em sairmos de nós mesmos; e o matrimônio é a instituição divina, para obrigar dois seres humanos a saírem de si mesmos, para vencerem o seu egoísmo mútuo, e fazerem o aprendizado da virtude.

Nos primeiros dias nada custava; agora, tudo pesa, e vive-se como sob a pressão, de uma cadeia pesadíssima. Outrora era o sopro vernal de uma afeição, radiante; agora, é o vento da tempestade. O homem só via em sua mulher um ser atraente, encantador; agora começa a descobrir nela um ser, por vezes, terrível na sua doçura, horrível mesmo nos seus atrativos. É o momento da renúncia, de elevar-se ao desinteresse sublime: é a educação moral que se faz.

Frutos da Confiança: A oração confiante tudo obtém.



"Pedi e recebereis..."



Frutos da Confiança

A oração confiante tudo obtém.


Enfim, e como uma das suas maiores prerrogativas, a confiança é sempre atendida. Nunca será demasiado repeti-lo: a prece confiante tudo obtém. 

Com insistência muito acentuada a Escritura recomenda-nos reanimar a nossa fé, antes de apresentarmos a  Deus nossas súplicas. "Tudo o que pedirdes a Deus, com fé na oração, vós o obtereis", declara o Mestre. O Apóstolo São Tiago usa da mesma linguagem; quer que pecamos "com fé, sem hesitar". Aquele que duvida, assemelha-se à vaga inconstante do mar; em disposições tais, é inútil pretender ser ouvido.

Exercícios Espirituais para Crianças - Inferno (Primeira parte)




Fr. Manuel Sancho, 
Exercícios Espirituais para Crianças
1955

PARTE PRIMEIRA
A conversão da vida do pecado à vida da graça
(Vida Purgativa. — 1.ª semana)



O INFERNO
(Castigo do pecado)

1. Risco que os pecadores correm de condenar-se. — 2. O temor do inferno, freio para não pecar. — 3. Eternidade do inferno. — 4. A pena de dano. — 5. Horror ao pecado, causa do inferno. — 6. Exemplos. — 7. Consequência desta meditação.

1. — “Um homem ia fugindo de um furioso unicórnio, que só com os seus bramidos fazia tremer os montes e ecoar os vales: fugindo desta maneira, sem notar aonde ia, caiu numa fossa profunda; mas, ao cair, estendeu as mãos para agarrar-se onde pudesse, e topou com os ramos de uma árvore que ali estava, à qual se agarrou fortíssimamente, e nela se deteve muito contente, pensando haver com isso escapado de um perigo. Mas, olhando para a raiz da árvore, viu dois grandes ratos, um preto e outro branco, que a estavam continuamente roendo muito à pressa, e que assim já estavam para dar com ele dali a baixo. 

Olhando depois o fundo da fossa, viu nela um disforme dragão que deitava fogo pelos olhos e o estava olhando com aspecto terrível, de boca aberta, esperando que ele caísse para tragá-lo. Depois, lançando os olhos a um la­do da parede da fossa a que estava arrimada aquela árvore, viu que ali estavam com as cabeças de fora quatro áspides peçonhentos, para mordê-lo mortalmente; mas, olhando também para as folhas da árvore, notou que algumas destilavam gotas de mel, com o que, muito contente, esquecido dos outros perigos que por tantos lados o ameaçavam, ficou a entreter-se colhendo gota a gota o mel, sem reparar em mais, nem fazendo caso da ferocidade do unicórnio que estava no alto, nem da terribilidade do dragão que estava em baixo, nem da fragilidade da árvore que estava para cair, nem do risco que ele sentia de lhe fugirem os pés e de ele se despenhar; porque lhe fazia pôr tudo isto em esquecimento uma gota de mel, com a qual estava todo ocupado, colhendo-a e saboreando-a.

“O unicórnio é a morte; a fossa é o mundo, cheio de males e de misérias; o dragão é a eternidade do inferno; a gotinha de mel são os prazeres e entretenimentos desta vida”.

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 11




CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

CAPÍTULO II 
ESTUDO DA VOCAÇÃO 

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937



SINAIS DE PROVÁVEL IDONEIDADE         

Eis alguns sinais de provável idoneidade para a vida religiosa ou sacerdotal:

1.º Sentir inclinação para a vida religiosa ou sacerdotal, em geral, vagamente;

2.º Pensar frequentes vezes na necessidade de fugir do mundo a fim de salvar a alma;

3.º Uma suave inclinação para a virtude da castidade, embora acompanhada de tentações contrárias em vários casos, pois a história mostra inúmeros santos que alcançaram grandes vitórias somente depois de terríveis lutas;


4.º Certo atrativo para a oração, em geral, — para as leituras piedosas, — para as cerimônias da igreja, etc.;

5.º O zelo para salvar almas, o desejo de ensinar o catecismo, de dar a conhecer a religião aos ignorantes, etc.;

6.º Algum atrativo para o silêncio, — para a solidão, — embora misturado de tentações para o mundo;

7.º Amor aos estudos sérios, — mesmo que a natureza incline também para a preguiça ou leviandades;

8.º Respeito, em geral, para a autoridade legítima, apesar de algum instinto de revolta;

9.º Refletir muitas vezes sobre a vaidade do mundo, de suas grandezas; — ponderar como tudo passa, etc.;

10.º Certa convicção íntima de que «se eu permanecer no mundo, serei condenado;» este sinal é dado por santo Afonso de Ligório assim como o seguinte:

11.º Depois de fervorosa confissão, passar «muito tempo sem recair no pecado;».

12.º Ter saúde forte ou pelo menos regular, contanto que não sofra de moléstia contagiosa;

13.º Possuir um gênio franco, aberto, expansivo, comunicativo;

14.º Ter um exterior decente, razoável, sociável, isto é, não ter deformidade notável repugnante;

15.º Ser filho legítimo; ter boa índole (cânone 1.363);

16.º O Pe. William Doyle, no seu tratado da vocação, além dos sobreditos casos de provável idoneidade, cita outro curiosíssimo, a saber: ser alguém perseguido por insistente medo de ter vocação. Nisto, vê ele refinada tentação diabólica, que foi muito comum na vida dos grandes santos. Numerosos são os que chegaram a rezar para não terem vocação e que mais tarde foram ótimos religiosos.

20 de Julho - São Jerônimo Emiliano




Nasceu em Veneza, em 1486. Aos 15 anos tornou-se soldado e, aos 25, senador. Amante dos prazeres, das festas, Jerônimo Emiliani tinha 28 anos quando caiu prisioneiro de guerra de Luís XII. Na prisão começou a meditar sobre o sentido da vida. Depositando as cadeias sobre o altar de Nossa Senhora, Jerônimo mudou radicalmente de vida.Vendeu o que possuía e entregou tudo aos pobres e necessitados. Dedicou-se de corpo e alma aos órfãos, às viúvas e aos jovens entregues à prostituição. Fundou hospitais, orfanatos, asilos, escolas profissionalizantes para os meninos. Vivia em companhia dos pobres, dos mendigos, dos injustiçados, de quem se tornou pai e defensor. Ónimo pensou logo em fundar uma Congregação regular para dar mais estabilidade à sua obra. Escolheu para isso Somasca, entre Milão e Bérgamo, para estabelecer a casa-mãe e o seminário. Daí veio o nome pelo qual ficaram conhecidos, Clérigos Regulares de Somasca. 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Afie seus argumentos: Gratuito Catecismo Contra o Aborto.



Catecismo Contra o Aborto
Pe. David Francisquini



"Por que devo defender a vida humana. A questão do aborto à luz da doutrina católica, da Lei natural e da ciência médica"



No formato perguntas e respostas, o Padre David Francisquini aborda o tema para solidificar nos cristãos o quanto é abominável a prática do aborto.


 
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