Dizem os Modernista QUE NÃO É
Vamos demostrar porque afirmamos que
Concílio Vaticano II tem suas origem em bases Heréticas.
Origem dos Teólogos Modernistas do Concílio Vaticano II
Os “erros da Rússia” infiltram-se na Igreja
OS SACERDOTES da nova igreja do Concílio Vaticano II
Jesuíta francês Henri de
Lubac, prescusor de heresias é elevado pelos modernista a Cardeal.
Cardeal Henri-Marie
de Lubac (20/02/1896-4/9/1991)Foi membro da comissão internacional de teólogos
(1969), e advogou pelo diálogo com as religiões não cristãs e com os não
crentes, foi suspenso por Pio XII,escrevendo durante sua suspensão a obrea
"Méditations sur l"Eglise. Sua obra O sobrenatural, na qual a
noção escolástica de “natureza pura” e desenvolve a idéia de uma continuidade
da natureza e da graça no ser, foi o motivo desse interdito.Escreveu sobre
Proudhon, Blondel, o budismo japonês e temas relacionados com o ateísmo.
Sue trabalho, foi colocar a obra de Teilhard de Chardin, tão querido por Paulo VI e sua ativa participação no Concílio Vaticano II.
Sue trabalho, foi colocar a obra de Teilhard de Chardin, tão querido por Paulo VI e sua ativa participação no Concílio Vaticano II.
Primeiro na
preparação e depois como perito, no 2.º Concílio Ecuménico do Vaticano II
(1962-1965), dando Seus escritos e pesquisas doutrinárias desempenhou um
papel fundamental na formação do Concílio Vaticano II o seu contributo
para as constituições sobre a revelação divina (“Dei Verbum”) e sobre a Igreja
no mundo atual (“Guadium et Spes”).
Surnaturel, Etudes
historiques, Théologie 8 Aubier-Montaigne, Paris 1946. "Nouvelle
Théologie" ou Nova Teologia, quebrOU a unidade com Doutrina Cristã e
introduzir um pensamento relativista, pouco ontológica e precisa, dentro de
Doutrina Cristã, negando separação sistemática que havia sido estabelecida
entre a natureza e a graça, Lubac e novos teólogos tendem a negar o caráter
absoluto do Cristianismo, misturando-se ao fundo de várias religiões, e
entrando mais uma vez, em uma espécie de conjunto da unidade do processo
espiritual humanidade.
Querem com esses ensinamentos a
morte da Tradição Católica
Frutos destes ensinamentos
anti-católicos
Diálogo Inter-religioso:
Vaticano escreve aos budistas e apela à união em torno da defesa da vida
Conselho Pontifício publica mensagem para a festividade do Vesakh
Cidade do Vaticano, 02 mai 2013 (Ecclesia) – A Santa Sé enviou hoje uma mensagem aos budistas de todo o mundo, por ocasião da sua principal festividade, o Vesakh/Hanamatsuri, apelando à união dos crentes em volta da “profunda reverência pela vida”.
“Apesar dos nobres ensinamentos sobre a santidade da vida humana, o mal sob as suas várias formas contribui para a desumanização da pessoa ao mitigar o sentido de humanidade nos indivíduos e nas comunidades”, refere o texto do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, sediado no Vaticano.
O presidente do organismo, cardeal Jean-Louis Tauran, diz que esta “situação trágica” desafia católicos e budistas a “unir as mãos para desmascarar as ameaças à vida humana” e “acordar a consciência ética” dos fiéis.
“É urgente que budistas e cristãos criem um clima de paz para amar, defender e promover a vida humana, com base no património genuíno das nossas tradições religiosas”, realça.
O documento destaca o respeito da Igreja Católica pelas “nobres tradições religiosas” dos budistas e a “consonância” com os valores que expressam, como “o respeito pela vida, a contemplação, o silêncio, a simplicidade”.
A mensagem deseja um “renascimento espiritual e moral” da sociedade para que haja “verdadeiros construtores da paz que amem, defendam e promovam a vida humana em todas as suas dimensões”.
A celebração do Vesakh assinala
os principais acontecimentos da vida de Buda e é celebrada em várias datas: 17
de maio na Coreia do Sul, China, Hong Kong e Macau; 24 de maio no Sri Lanka,
Tailândia, Malásia, Singapura, Birmânia, Camboja, Laos; 25 de maio na Índia,
Nepal e Indonésia.
O presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso deixa votos de que esta festa anual promova o “diálogo amigável e a colaboração próxima” entre católicos e budistas.
“Continuemos a colaborar com uma renovada compaixão e fraternidade para aliviar os sofrimentos da família humana, acolhendo a sacralidade da vida humana”, conclui.
http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=95373
http://attualita.vatican.va/sala-stampa/bollettino/2013/05/02/news/30909.html
O presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso deixa votos de que esta festa anual promova o “diálogo amigável e a colaboração próxima” entre católicos e budistas.
“Continuemos a colaborar com uma renovada compaixão e fraternidade para aliviar os sofrimentos da família humana, acolhendo a sacralidade da vida humana”, conclui.
http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=95373
http://attualita.vatican.va/sala-stampa/bollettino/2013/05/02/news/30909.html
Os Católicos (…) não devem esquecer que todos os caminhos levam a Deus. E vão ter de aceitar que esta corajosa ideia do livre pensamento, a que podemos realmente chamar uma revolução, difundida através das nossas lojas maçónicas, se espalhou de forma magnífica por sobre a cúpula de S. Pedro Cit. da Open Letter to Confused Catholics, pp. 88-89..
Depois nós que somos "elevados" sedvacantistas,cismaticos e outros rotulos para que as pessoas se afastem de nós.
Até o final desta batalha iremos denunciar os erros do
Concílio Vaticano II.
e
Vamos expor e ensinar o que a Tradição Católica ensina:
Papa Inocêncio III (1198-1216):
"De coração cremos e com a boca confessamos uma só Igreja, que não de
hereges, só a Santa, Romana, Católica e Apostólica, fora da qual cremos que
ninguém se salva".
Concílio de Florença
(1438-1445): "Firmemente crê, professa e predica que ninguém que não
esteja dentro da Igreja Católica, não somente os pagãos, mas também, judeus, os
hereges e os cismáticos, não poderão participar da vida eterna e irão para o
fogo eterno que está preparado para o diabo e seus anjos, a não ser que antes
de sua morte se unirem a Ela(...).
Papa Pio IV (1559-1565), Esta
verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode se salvar (Profissão de fé da
Bula "Iniunctum nobis" de 1564)
Papa Benedito IV (1740-1758):
"Esta fé da Igreja Católica, fora da qual ninguém pode se salvar...".
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
e São José patrono da Santa
Igreja.
Fonte: Escravas de Maria
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